O Roedor do Asfalto

Um patriota das Pistas

A família mais famosa do automobilismo nacional é sem dúvida nenhuma a família Fittipaldi. O pai Wilson Fittipaldi, conhecido também como Wilsão ou Barão, nascido em 1920 sempre foi um aficionado do automobilismo e começou a narrar corridas de automóveis já no final da década de 1940 como locutor profissional. Este homem de grandes histórias e aventuras ligadas ao automóvel de competição passou seu vírus para os filhos Wilson e Emerson, nascidos em 1943 e 1946 respectivamente.

No começo da adolescência Wilson, sempre com incentivo do pai, começou a correr de Kart. Moravam na capital paulista e o autódromo de Interlagos era o quintal de sua casa. O irmão menor Emerson, apaixonado pelos automóveis também, já na sua primeira década de vida desenhava carros e peças em seus cadernos. Anos mais tarde, um curso técnico o ajudaria muito mais. Nas provas de Kart do irmão estava sempre presente, “fuçando” muito e passando muito rápido debaixo de cavaletes. Era dentuço, franzino, sua mãe tinha dificuldades com sua alimentação e consequentemente era magrinho, leve e rápido. Logo ganhou um apelido que o acompanharia por muitos anos: - Rato.

Muito determinado começou por conta própria estudar inglês e também aprendeu sozinho a andar de bicicleta, ganhou uma motocicleta de 50 cm³ aos 13 anos e como bom observador, dirigiu o Renault Dauphine dos pais no litoral paulista. Isso aos 13 anos e escondido. Pouco tempo depois, ao comando de uma Vemaguete, depois de um passeio com amigos, fez sua estréia na primeira competição não oficial de sua vida: - Ou quase oficial, pois foi com a Polícia Rodoviária. Felizmente para o menor audaz a aventura terminou bem sem ninguém saber por algum tempo.

Suas primeiras corridas já profissionais foram no Kart. Apaixonava-se cada vez mais pelas corridas, pois sofria forte influência do irmão. Isso aconteceu aos 17 anos de idade e vitórias não lhe faltaram.

Em 1965 já começava a colecionar uma das primeiras de suas inúmeras taças. Ganhava o campeonato paulista de Kart fato que se repetiria no ano seguinte. Também em 1965 voltava a dirigir um Renault, mas já com carteira de motorista e em um campeonato de verdade. Era um modelo “Rabo quente” já um tanto antiquado, mas bem preparado.

O carro tinha o número 77 voltaria e este voltaria a ser usado nas portas num Gordini preparado para as competições da equipe Willys. Com este venceu uma corrida num circuito de rua na Ilha do Fundão em terras cariocas, na Baia da Guanabara.

Sua carreira de carros de turismo foi fantástica.

Passou pelo Interlagos Berlineta, Malzoni-DKW e Alfa Romeo 1300 GTZ dupla com José Carlos Pace.

Também em sua extensa lista consta o Karmann-Ghia Porsche, o VW Fittipaldi 1600, o protótipo Fitti-Porsche construído por ele e pelo irmão e o ameaçador VW com dois motores 1600 unidos por uma junta elástica. Eram quase 3,2 litros de cilindrada e segundo estimativas tinham quase 400 cavalos. Havia componentes Porsche como a caixa de cambio e peças de suspensão. Fez sucesso quando participou de corridas em várias cidades brasileiras e chegava a andar na frente de muitos protótipos importados. Mas faltava-lhe robustez e na maioria das vezes quebrou, porém já mostrava a genialidade dos irmãos. Abaixo num Ford Corcel no Circuito do Mineirão em Belo Horizonte, Minas Gerais.

No ano seguinte Emerson corria no Campeonato Brasileiro de Fórmula Vê e vencia nesta categoria que estreava a prova no Rio de Janeiro em maio. O pequeno, mas ágil monoposto com motor Volkswagen tinha em sua lateral o número 7. O Rato era mesmo supersticioso. Tornava a vencer em junho do mesmo ano em terras cariocas e em São Paulo, em agosto chegava em segundo lugar atrás de Marivaldo Fernandes. Competia com ele a nata do automobilismo nacional da década de 60. Eram Jose Carlos Pace, Bob Sharp, Pedro Victor de Lamare, Milton Amaral, Norman Casari entre outros.

Fechando o ano com vitórias ganhou outra vez no Rio de Janeiro. Durante este ano também ficou em segundo numa prova extra-campeonato atrás de Pace em outubro e ganhou outra no Rio de Janeiro. Também este ano tinha ido muito bem em outras categorias. Junto ou não com o irmão, tinha corrida, estava lá. Nas Três Horas de Velocidade do Rio de 1967 chegou em segundo lugar atrás do irmão com o Karmann-Ghia Porsche em abril e em junho ganhava em Interlagos com o mesmo carro. Nos Mil Quilômetros de Brasília os irmão chegava em primeiro em dupla com Pace e ele em segundo em dupla com Francisco Lameirão com o Karmann-Ghia Porsche cada vez mais bem preparado e potente.

A experiência em Fórmula Vê foi muito positiva para Emerson. Pilotava bem um monoposto relativamente rápido e já demonstrava inteligência e frieza na condução de bólidos. Já com bons conhecimentos mecânicos, não castigava a máquina. Sabia seus limites. 

Em 1969 partia para o velho continente tentar a sorte e como seu irmão e a maioria dos pilotos na época, foi para a Inglaterra. Saiu daqui do Brasil com algum dinheiro e já estava com bons contatos anotados. Trabalhando como mecânico e sujando muito as mãos teve a oportunidade de pilotar. Enquanto ficou na pista holandesa de Zandvoort mostrou serviço estando na liderança até o carro quebrar.  Abaixo, o Lola T-70 de Wilson Fittipaldi e Tite Catapani. Emerson correu com um Lola T-210 na Copa Brasil em 1970

Lola_T_70_Garage_(22)

A temporada estava apenas começando e ganhou na Inglaterra em maio no circuito de  Snetterton, um dos templos sagrados do automobilismo do Reino Unido junto com Brands Hatch, Silverstone e Oulton Park. Das nove corridas de Fórmula Ford ganhou três provas e ainda frequentou o pódio em dois segundos e dois terceiros.

Logo seu nome era muito citado pelos grandes do automobilismo inglês e fez a melhor escola de pilotagem na época em toda Europa, a afamada Escola de Pilotagem de Jin Russel. Este pôs em suas mãos um Fórmula 3. E colheu rapidamente os frutos, pois Emerson ganharia nada menos que oito das onze provas sagrando-se campeão. Estava com apenas 22 anos, sabia de seu talento e era responsável. Tantas virtudes saltaram aos olhos de Colin Chapman o proprietário da Lotus que sabia muito bem recrutar pilotos ímpares como Jin Clark, Graham Hill e precisava de um segundo homem para fazer dupla na Fórmula Um com o austríaco Jochen Rindt.

Começava 1970 pilotando o velho Lotus 49 enquanto seu colega estreava o revolucionário Lotus 72 nas cores vermelho e dourada.  O campeonato estava repleto de estrelas. O irmão Fittipaldi mais novo estava no mesmo grid de largada de Jack Brabham, Jackie Stewart, Pedro Rodriguez, Jacky Ickx e Clay Regazzoni.

O austríaco então com 28 anos ganharia as provas de Mônaco, Zandvoort, Clermont-Ferrand, Brands Hatch e Hockenheim. Era uma época de carros muito rápidos e ainda muito pouco seguros. Infelizmente Rindt morreria num acidente em Monza na Itália em seis de setembro. A Lotus em respeito não competiria nas duas provas seguintes, mas foram para os Estados Unidos, penúltima prova do campeonato em Watkins Glen. E neste respeitado autódromo americano que abrigava a Fórmula Um desde 1961 que nosso brasileiro ganharia sua primeira prova na Fórmula Um garantindo o campeonato para a Lotus e o título póstumo para o colega de equipe, o belga Jacky Ickx da Ferrari estava bem próximo na pontuação.

Em 1971 Emerson Fittipaldi era o primeiro piloto da Lotus e formava dupla com o sueco Reine Wisell. Apesar das grandes qualidades do carro e da equipe o ano foi muito ruim para a equipe de Chapman. Emerson ficou em sexto no campeonato atrás de Jackie Stewart, piloto da Tyrrel que vencia seu segundo campeonato, do sueco Ronnie Peterson, do francês François Cevert, do belga Jacky Ickx e do suíço Joseph Siffert.

Nesta época os carros estavam muito bonitos e eram facilmente identificados pelos aerofólios dianteiros e cores diversas. Era difícil ver projetistas sem genialidade.

O ano de 1972 começava com muitas novidades para o brasileiro. Nosso país seria sede pela primeira vez uma corrida de Fórmula Um. Era uma prova internacional de grande importância e a Lotus modelo 72 de Emerson estava melhor e com novas cores. O bonito bólido de Emerson era preto e dourado, parecia mais uma seta bem afiada. Seu motor era um Ford-Cosworth DFV com 2993 cm³, com oito cilindros em “V”e estava equipado com um cambio Hewland FG400 com cinco marchas. Sua potência era de 440 cavalos a 10.000 rpm. A exceção da Ferrari, BRM e Matra com motores V12, todas as outras equipes estavam com o Ford.

Na prova não oficial de estraia em nosso país, em Interlagos, o argentino Carlos Reutemann da Brabham-Ford seria o vencedor. Mas nas provas da Espanha, Bélgica, Inglaterra, Áustria e Itália, Emerson venceria garantindo o campeonato já em Monza numa bela festa da equipe Lotus. O dirigente Chapman fez seu boné voar muito este ano para saudar o mais jovem campeão do mundo da Fórmula Um. Emerson Fittipaldi tinha apenas 25 anos.

No ano seguinte Emerson tinha como companheiro de equipe o veloz sueco Ronnie Peterson. O próprio Emerson o admirava bastante e não poupava elogios, porém foi um ano de erros para a equipe dos carros pretos com estratégia indefinida e Emerson perdia o campeonato para o rival e amigo Jackie Stewart. As famílias se frequentavam e se gostavam.

Era o último ano do escocês que estava triste por causa da morte de seu amigo francês François Cevert e também muito desgostoso com o aumento de acidentes na Fórmula Um. O suíço Joseph Siffert havia morrido em 1971

Em 1974 Emerson estava em uma nova equipe e com muito animo. Iria pilotar a Mclaren M23 branca e vermelha e tinha como companheiros neo-zeolandês Denny Hulme e o inglês Mike Hailwood.

O monoposto projetado por Gordon Coppuck e John Barnard era muito bonito e confiável. A Mclaren estreou com muita classe vencendo o Grande Prêmio muito bonito e confiavel.va equipe e com muito animo. Iria pilotar a Mclarem da Argentina com Hulme e o do Brasil com Emerson sendo que esta foi nossa primeira prova oficial.

O dirigente da equipe Teddy Mayer em muita classe vencendo o Grande Premio  estava muito satisfeito. Emerson ainda iria passar em primeiro lugar em Nivelles na Bélgica e também em Mosport no Canadá. A Mclaren também se sagrava campeã mundial de construtores e Emerson Fittipaldi era bi-campeão mundial.

Em 1975 Emerson continuava na equipe de Teddy Mayer em muita classe vencendo o Grande Premio , mas estava engajado num antigo sonho. O de construir o primeiro Fórmula Um de origem brasileira. O monoposto com carroceria muito avançada tinha um belo e interessante desenho. Em parceira com o irmão Wilson e com a empresa estatal Copersucar, nascia o Copersucar Fittipaldi FD-01 de cor prata e um pássaro estilizado nas cores laranja, verde e amarela. Era a Fittipaldi Automotive Ltda. Tinha várias peças nacionais de carros de produção em série como a caixa de direção, as rodas também eram feitas aqui, toda a carroceria e suspensão. O motor montado era o Ford-Cosworth e o designer do carro tinha assinatura do competente projetista Ricardo Divila. A sigla FD do fórmula era Fittipaldi Divila. Além de Divila contava com um pessoal de alto gabarito. Era um time de primeira.

Comandando o Mclaren Emerson venceu o Grande Prêmio da Argentina, do Brasil e da Inglaterra em Silverstone. Ficou em vice no mundial atrás do austríaco Niki Lauda que pilotava a Ferrari.

Em 1976 Emerson assumia o posto do carro que levava seu nome. Era o início de um sonho e a família estava toda envolvida e muita animada, mas o ano não foi bom, Emerson ficou em 17º no campeonato com apenas três pontos obtidos em três sextos lugares. No Grande Prêmio da Bélgica Emerson não se classificou para a largada. Os modelos e versões se sucediam e o carro não dava resultado. A imprensa e o publico nacional cobravam muito também.

No ano seguinte a situação melhorou muito pouco com Emerson obtendo apenas 11 pontos. Divila saia da equipe dando lugar a David Baldwin que havia trabalhado na Ensign-Ford. No final de 1977 a sede foi transferida para a Reading, uma pequena cidade a oeste de Londres na Inglaterra. O modelo F5 sofreria mais alterações na estrutura e também na mecânica. 

Em 1978 na segunda prova do campeonato no Brasil o país vibrou ao ver Emerson chegando em seu carro amarelo em segundo lugar. Emerson terminou o ano em décimo no campeonato e a equipe em sétimo.

Em 1979, já na época do carro asa Emerson testava o modelo F6 que não apresentava bons resultados. O problema estava no chassi e comprometia todo o carro. Por este motivo o F5A entrava novamente nas pistas para tentar um milagre. Fez apenas um ponto no campeonato e as esperanças começavam a minguar.

Entrava na década de 80 com mais investimentos e gastos. Os irmãos Fittipaldi haviam adquirido toda a estrutura da equipe Wolf e passavam a contar com a valiosas ajuda do projetista Harvey Postlethwaite e do audaz piloto Keke Rosberg em início de carreira.

Este conseguiria o terceiro lugar logo no Grande Premio da Argentina. Havia também novo patrocinador. A cervejaria Skol que havia injetado muito dinheiro.

Em Long Beach, nos Estados Unidos, Emerson ainda conseguiria outro terceiro lugar, mas estava muito desgastado com toda a empreitada. Os resultados continuavam ruins e a equipe fechou as portas em 1982. O belo sonho havia se transformado em pesadelo com dividas pesadas. Além de Wilson, Emerson e Keke, chegaram a pilotar o fórmula brasileiro pilotos Chico Serra, Ingo Hoffmann, Alex Dias Ribeiro e o italiano Arturo Merzario já em final de carreira. 

Na categoria mais famosa do planeta Emerson disputou 149 provas, obteve dois campeonatos e dois vices, quatorze vitórias e seis poles positions. 

Assim como o ator Sean Connery declarou que Nunca Mais Outra Vez faria o papel de 007 o agente James Bond e o refez no filme Never Say Never Again o nosso querido Emerson Fittipaldi também pagou língua. Quando corria na Fórmula Um declarou após realizar algumas voltas que jamais correria num oval. Que era muito perigoso e os carros desinteressantes, mas em 1984 começou a correr e na equipe WIT que tinha um carro com motor Chevrolet. Fez boas provas e se entusiasmou.

Em 1985 assinava com a Patrick Racing para disputar o campeonato todo e seria usa primeira temporada completa. Era um chassi Penske com motor Chevrolet. Ganharia sua primeira prova em Michigan, correndo 500 Milhas e provava a si mesmo que não estava acabado. Muito feliz e já no segundo casamento mudou-se para a Flórida no Sul dos Estados Unidos. Tinha ainda alguns compromissos no Brasil, viajava demais e não participou de todo a temporada da CART neste ano.

Começou a vencer provas e ficar muito popular em terras americanas. Seu capacete preto e vermelho estava mais estilizado com novos tons e desenho.

Até 1989 foram 10 corridas vencidas, mas a mais importante e vital para a consolidação de sua carreira lá foi nas 500 Milhas de Indianápolis. Emmo como era chamado carinhosamente pelos americanos disputou de forma emocionante as últimas voltas com Al Unser Junior.Neste ano se tornaria campeão na categoria. Em 1990 mudou-se para a equipe de Roger Penske de quem se tornou muito amigo.

Emerson venceria corridas na CART em praticamente todas as temporadas que disputou na categoria. Mas foi em 1989 que ele atingiu o ponto mais alto de sua volta por cima. Conquistou o título e ainda venceu a 500 Milhas de Indianápolis após uma disputa acirrada com Al Unser Junior. Em 1993, outra temporada memorável. Emerson lutou pelo título com Nigel Mansell e teve disputas épicas com o piloto inglês. Uma delas foi em Cleveland, onde os dois travaram uma disputa inesquecível pelo 2º lugar, chegando a trocar várias vezes de posição em uma mesma volta. Emerson venceu este duelo. Terminou o ano como vice-campeão, atrás de Mansell, mas coroou sua temporada com mais uma vitória na 500 Milhas de Indianápolis. 

Em 1993 tornou a ganhar as 500 Milhas de Indianápolis e irritando muito os patrocinadores locais tomou suco de laranja ao invés do tradicional leite. Emerson já era um homem de negócios e estava promovendo sua carreira. Neste ano e em 1994 foi vice-campeão e em 1996 abandonou a categoria após um grave acidente em Michigan. Em sua carreira na Fórmula Indy, Emerson Fittipaldi ganhou 22 corridas e obteve 12 poles. Outra marca invejável deste brasileiro de destaque.

Muito patriota sempre fez questão de honrar nosso país no exterior. Trouxe para o Brasil a categoria americana que foi disputada no Rio de Janeiro entre 1997 e 2000.

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Em 2006 voltava a se “divertir” na GP Máster que reunia ex-pilotos da Fórmula Um que haviam disputado pelo menos uma corrida e com idade maior que 40 anos. Teve como colegas o grande e sempre espetacular Nigel Mansell, o experiente Riccardo Patrese, o veterano Hans Stuck, os franceses René Arnoux e Patrick Tambay e o americano Eddie Cheever.

Apoiou e deu consultoria na A1GP que tem como piloto Felipe Guimarães. Trata-se de uma Fórmula Mundial com motor e componentes Ferrari onde vários países tem sua representação.

Emerson é presença constante em nossas pistas e também ao redor do mundo. Sempre foi e será o representante maior do Brasil no automobilismo mundial.

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Como garoto propaganda da GM

Chevrolet Monza 500 EFi. As iniciais EF (Emerson Fittipaldi) homenageavam o nosso bi-campeão mundial de Fórmula Um e vencedor das 500 Milhas de Indianápolis em 28 de maio de 1989 com um Penske PC19 com motor Chevrolet. O carro inicialmente tinha duas opções de cores: Preto nobre (abaixo) e vermelho Rodes. Estava com novo spoiler dianteiro e um discreto aerofólio o traseiro. Molduras laterais traziam a inscrição 500 EF. E depois repetiu no Omega Fittipaldi em homenagem a sua temporada na Indy

 E com certificado assinado por Emerson Fittipaldi

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Testando um Ford Maverick para um comercial em 1973 Veja

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Junto com o irmão Wilson (de paletó preto) , deixaram seu legado para Christian, filho de Wilson e para os netos de Emerson  Pietro e Enzo Fittipaldi

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Emerson e George

Era amigo de George Harrison (ex-Beatle)  que compôs a música Faster em homenagem aos pilotos da grande época. Veja

Texto e montagem Francis Castaings. Fotos de divulgação.     

Desenhos de Ararê Novaes. Os desenhos foram cedidos gentilmente por Ararê Novaes. Veja muitos outros em https://www.facebook.com/ararearteautomotiva/                                                          

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