Rali de Veículos Histórico de Competição em Monte Carlo, Mônaco - Janeiro de 2016

A cidade de Monte Carlo, no Principado de Mônaco, é um lugar mágico, charmoso, tem muita história, une o chique a simplicidade, a organização e ao respeito pelos seus habitantes monegascos muito orgulhosos.

Nesta 19ª edição do Rali Histórico de Monte Carlo, a novidade foi a diversidade do percurso aprovado pelo Automóvel Clube de Mônaco. Como no ano passado os concorrentes inscritos tinham a possibilidade de se classificar. Eram permitidos carros fabricados entre 1955 e 1980. Particparam várias marcas famosas como Ford, Triumph, Jaguar, Austin, Morris, Opel, Citroën, Peugeot, Renault, BMW,  Porsche, Opel, Mercedes-Benz, Volkswagen, Fiat, Alfa Romeo, Lancia, Volvo, Saab, ou seja, marcas famosas mundiais que particparam com êxito das provas muito duras das décadas de 50,60,70 e 80. A prova ocorreu entre os dias 27 de janeiro à 3 de fevereiro.

O mar mediterrâneo enfeita ainda mais o lugar que tem um dos portos mais bonitos do mundo também. E desde 1911 é realizado o Rali de Monte Carlo organizado pelo Automóvel Clube local.

O percurso é longo e perigoso misturando neve, gelo, pistas de asfalto e terra. Muitas montanhas e penhascos. Percorre desde a Riviera Francesa no Principado do Mônaco e no sudeste da França.

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Os carros em frente a Catedral de Barcelona (Espanha). 

A rampa de Saída em Barcelona

Algumas equipes saíram de Oslo (Noruega) percorrendo 2.123 quilômetros, Glasgow (Escócia) 2.043 quilômetros, Barcelona (Espanha) 1.138 quilômetros, Reims (França) 1.002 quilômetros e Bad Homburg (Alemanha) 1.240 quilômetros. Cerca de 300 concorrentes se encontraram no sábado, 30 de janeiro, perto dos lagos de Verdon (sudoeste da França) e foram até Saint-André-les-Alpes (Alpes Franceses).

E disputaram a primeira prova de regularidade entre as cidades de Roquesteron e Bouyon, percorrendo 18,33 quilômetros no Vale do Estéron (sudoeste da França).

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Os Boxes.

Abaixo, da esquerda para a direita um Porsche 911, um Seat 124. Era a filial espanhola da Fiat nas décadas de 50,60,70,80 e 90. Hoje a Seat pertence ao Grupo Volkswagen, mas o design dos carros são independentes. Ee um Ford Escort RS 1600 MK II. O CH do adesivo é Comunidade Helvetica, ou seja, Suíça.

Porsche 911 e Ford Mustang 1965.

Alfa Romeo 2000 Bertone GT Veloce. Leia mais sobre o Alfa Romeo Giulia.

Volkswagen 1303.

Preparando um Alpine Renault A-110 1600 S.

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No estacionamento antes da partida.

O branco é um Porsche 356 A e ao lado um Mercedes-Benz 220 S. Atrás um Lancia Fulvia 1600 HF e um BMW 2002 Ti.

Lancia Fulvia 1600 HF

Autobianchi Abarth A112, Alfa Romeo 2000 GTV e ao lado um Mazda RX 2 linha (616/618) produzido entre 1970 e 1978)

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En Route - Na Estrada.

Lancia Stratos HF.

BMW 2002 Ti

Um Triumph TR4

Volvo PV 444. Robustez a toda prova.

Um Porsche 911 Carrera entrando num dos vários tuneis do percurso.

Um Porsche 924 seguido por um BMW 2002 Ti. A placa avisa "Camada de gelo frequente".

Um Porsche 911.

E um Porsche 914 recebendo assistência.

O Alfa Romeo GT Veloce 2000.

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A chegada em Monte Carlo

A co-piloto Jacqueline Casamayou e sua equipe no Alfa Romeo GT Veloce 2000. 

Alpine Renault A 110 1600.

Dois Porsche 911. 

Um Saab 96.

Renault Dauphine com preparação Gordini e Austin Mini. Leia mais sobre o Dauphine/Gordini

Porsche 911 e VW Golf GTI da primeira geração.

Um Opel GT.

A chegada noturna

O Autobianchi A112, dois Opel Kadett GTE e um Ford Escort RS 2000 MK2.  Saiba mais sobre a história do Opel Kadett e nosso Chevrolet Chevette.

O Renault R5 Turbo. Era concorrente do Peugeot 205 Turbo.

O Autobianchi A112, um VW Golf GTi e um BMW 2002 Ti.

O Champagne sobre o Alfa Romeo Giulietta TI ano 1960 1300. Terminar com comemoração e festa.

A assinatura do experiente piloto Jean Ragnotti, campeão em várias corridas de rali nas décadas de 60,70,80 e 90 com nove títulos de campeão francês de Rali, que também participou deste. Ele assina no capô de um Peugeot 205 Turbo. 

Um Audi 80 Quattro.

Um Jaguar E-Type ao lado de um Citroën CX.

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Os acertos no Alfa Romeo GT Veloce 2000 de Jacqueline Casamayou e de Alexis Bizzarilli. 

A alegria da dupla.

O piloto  Alexis Bizzarillisendo entrevistado.

A cada posto de cronometragem piloto e co-piloto fazem uma checagem.

Por dentro do Alfa.

O Alfa atacando.

Um carro bem preparado chega ao final.

E a chegada à noite é sempre uma festa.

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Como em Buenos Aires uma bela homenagem à Juan Manoel Fangio. 

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Pour les nostalgiques du « Monte-Carlo » d’antan!

Cette 19e édition du Rallye Monte-Carlo Historique se distingue à nouveau par la diversité de son parcours, concocté par le Comité d’Organisation de l’Automobile Club de Monaco. Comme l’an dernier – et dans le but de donner à toutes les voitures engagées la possibilité de figurer honorablement au classement – il y aura trois moyennes à respecter et à conserver tout au long de l’épreuve. Rappelons que cette année encore, la course est ouverte aux voitures ayant participé aux éditions des Rallyes Automobiles Monte-Carlo entre 1955 et 1980.

Juste trois jours après l’arrivée du 84e Rallye Automobile Monte-Carlo sera donné le coup d’envoi, mercredi 27 janvier 2016, du 19e Rallye Monte-Carlo Historique, avec notamment le début des contrôles administratifs et techniques organisés dans les cinq villes de départ. Les équipages d’Oslo (2123 km) ouvriront le bal des différents Parcours de Concentration à partir de 9h30, suivis par ceux de Glasgow (2043 km) le soir à 18h30. Fermeront la marche le vendredi 29 janvier les concurrents s’élançant de Bad Homburg (1240 km / 12h30), Barcelone (1138 km / 18h00) et Reims (1002 km / 19h00).

Après leur long périple en concentration, les 300 concurrents se retrouveront samedi 30 janvier à partir de 10h10 au cœur des gorges et lacs du Verdon, à Saint-André-les-Alpes. Pour disputer ensuite et en guise de prologue, une toute première zone de régularité (ZR) entre deux villages de caractère « Roquesteron – Bouyon / 18,83 km/ 11h38 » dans la vallée de l’Estéron.

Après une première nuit de repos en Principauté de Monaco, début dès dimanche 31 janvier d’une Etape de Classement modifiée dans ses grandes lignes. Pour les initiés, « Entrevaux – Ubraye / 18,44 km / 07h55 » avec le franchissement du col de Félines reste une vraie classique, contrairement à une épreuve comme « Le Chaffaut – Puimichel – Oraison / 33,44 km / 09h40 » qui fait son apparition au registre historique de la compétition. Passage ensuite par Sisteron, célèbre pour sa citadelle et ses fortifications qui surplombent la ville, verrou stratégique sur la route menant de la Méditerranée aux Alpes. Clin d’œil de l’histoire pour des équipages qui, plus au Nord, vont devoir en découdre avec deux monuments de l’épreuve, « Eygalayes – Col du Reychasset – Verclause / 36,41 km / 12h00 » et « Vassieux-en-Vercors – Col de l’Echarasson – Col de Gaudissart / 24,86 km / 14h45 ». Le dernier contrôle de passage de la journée est prévu du côté de la base nautique de Saint-Nazaire-en-Royans, avant de rejoindre la ville étape, Valence, où les premiers concurrents sont attendus au Champ de Mars à partir de 16h30.

Direction l’Ardèche lundi 1er février pour la première partie de l’Etape Commune. Avec pour débuter la journée « Le Moulinon – Antraigues-sur-Volane / 36,93 km / 08h00 » qui impose à l’arrivée une halte obligatoire, comme à la grande époque, devant la célèbre Remise – désormais relookée – de la famille Jouanny. Direction ensuite les hauts plateaux pour affronter « Burzet – Saint-Andéol-de-Fourchades / 25,05 km / 09h30 » par la route du Ray-Pic.

La pause de la mi-journée est programmée place du marché à Saint-Agrève où une dégustation de produits régionaux séduit généralement le plus grand nombre. Absente depuis l’édition du centenaire en 2011, la boucle « Saint-Bonnet-le-Froid – Saint-Bonnet-le-Froid / 25,48 km / 12h00 » marque dans l’après-midi le retour du rallye en Haute-Loire. Puis pour en terminer avec cette copieuse journée, un passage dans « Lamastre – Gilhoc-sur-Ormèze – Plats / 36,71 km / 13h20 » à parcourir dans sa version identique à celle parcourue en 2015. C’est devenu une tradition… voire une institution, le retour vers Valence sera précédé d’une halte à Tournon-sur-Rhône où comme chaque année, le quai Farconnet est synonyme d’attraction générale.

La deuxième partie de l’Etape Commune débute mardi 2 février à l’aube pour enchainer par un monument de la Drôme provençale, « Saint-Nazaire-le-Désert – La Motte-Chalancon / 22,90 km / 07h15». Véritable trait d’union entre les Hautes-Alpes et les Alpes de Hautes Provence, l’épreuve de « Bréziers – Bayons / 18,33 km / 09h40 » nous réserve toujours son lot de surprises. Nul doute également que le chrono de « Saint-Auban – Gréolières / 30,15 km / 13h05 », qui conclut cette Etape Commune par les Cols de Bleine et de Castellaras n’est pas à prendre à la légère. L’ultime contrôle horaire avant l’entrée en parc fermé à Monaco est prévu Place-Neuve à La Turbie en tout début d’après-midi.

En conclusion de cette épreuve marathon, l’Etape Finale s’orchestre dans la nuit de mardi 2 au mercredi 3 février, avec deux épreuves « Sospel – La Bollène-Vésubie / 52,81 km / 22h15 » et « Lantosque – Lucéram – Coaraze / 47,22 km / 23h35 », symboles d’une dernière nuit toujours compliquée à gérer pour les concurrents. Les premiers d’entre eux sont attendus au podium sur le Port Hercule de Monaco à partir de 01h50.

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Veja o filme - Voir le Film Teaser 20e Rallye Monte Carlo Historique

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MERCI A MA COUSINE JACQUELINE CASAMAYOU POUR LE TEXTE ET POUR LES BELLES PHOTOS ICI. MERCI BEAUCOUP!

OBRIGADO À MINHA PRIMA JACQUELINE CASAMAYOU PELO TEXTO E FOTOS PUBLICADAS AQUI. MUITO OBRIGADO!

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Veja também o Rallye Dauphine

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