Você sabia? Pequenas notícias, grandes informações:  A empresa de Soichiro Honda fez 73 anos em 2021

O senhor Soichiro Honda foi um dos grandes homens da indústria do Japão e do mundo. Começou sua empreitada em duas rodas e sabia muito bem que ia encontrar pelo caminho fortes concorrentes na América e na Europa. Em setembro de 1948, com pouco dinheiro fundou a Honda Motor Co. E em dez anos já era o primeiro construtor mundial de motocicletas. Contou com o talento do amigo e sócio Takeo Fujisawa. Abaixo a comemoração dos 70 anos em 2018 no Salão de Carros Antigos Rétromobile, em Versalhes, na França.

Com muito ímpeto ele desenvolveu um motor V12 para a Fórmula Um, não obteve muito sucesso, mas venceu o Grande Prêmio do México. O filme Grand-Prix de 1966 imortalizou o modelo que no final era pilotado pelo ator James Garner (Pete Aron) que chegou a fazer uma escola de pilotagem e o senhor Honda é interpretado pelo grande ator japonês Toshirô Mifune que faz o papel de Izo Yamura. Vinte anos depois, seu fórmula ganharia seis títulos mundiais com equipes famosas como a McLaren et Williams e pilotos de quilate como o francês Alain Prost, o brasileiro Ayrton Senna e o inglês Nigel Mansell (saiba mais) .

Em 1963, após uma batalha com o governo local lançou o pequeno esportivo S500.  Seu motor todo em liga de alumínio tinha quatro cilindros, 530 cm³, duplo comando de válvulas, transmissão por correia e era alimentado por quatro carburadores. Daí não parou mais.  Abaixo o modelo N360 que também fez muito sucesso entre 1967 e 1972.

E o Civic começava uma história de sucesso

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Você sabia? Pequenas notícias , Grandes Informações: O Fúria

Toni Bianco foi o criador do não menos famoso Bino, que usava motor Renault de 1,4 litro na década de 60. Este protótipo foi pilotado por grandes nomes do nosso automobilismo e venceu várias provas de relevância. Realmente revolucionário e um dos mais famosos carros de corrida nacional. Encomendado pela Fúria Auto Esporte, equipe paulistana de corridas da década de 70, o Fúria acenava com a possibilidade da colocação de vários motores.

Em 1970 fez sua estreia nos principais autódromos e circuitos do país. Participou do auge do automobilismo brasileiro, que começava a se profissionalizar. Correu no circuito de rua de Brasília, que utilizava sua enormes e largas retas, também em Curitiba e em Interlagos, na 12 Horas e na 500 Quilômetros de Interlagos.

Dos vários motores do Fúria, o BMW era evidenciado pela grade em "duplo rim". Com ele, Jaime Silva chegou em segundo lugar em duas baterias da 6 Horas de Interlagos, em 1971

Neste último, o motor usado foi de um Lamborghini Miura, com 12 cilindros em "V", quatro comandos de válvulas e quatro carburadores triplos Weber. Potência para ninguém botar defeito -- mas defeito é o que deu nesta prova. A primeira vitória do Fúria veio no Grande Prêmio Mackenzie, no autódromo da capital paulista. Obteve a melhor volta, cravando 3 minutos e 21 segundos à média de 144,28 km/h. A famosa carretera de Camilo Cristófaro, com motor Corvette, e o próprio Bino também correram e foram vencidos.

Na Mil Milhas de Interlagos, em janeiro de 1971, o Fúria Alfa Romeo chegou em quinto lugar nas mãos de Jaime Silva e Ugo Galina. O protótipo de cor vermelha terminou cinco voltas atrás do vencedor. Correu contra Porsche 910 e Ferrari 512 S, entre outros. Nesta prova o Bino também participou.

No inicio de 1971, com motor Chevrolet quatro  cilindros de 2,5 litros e várias peças importadas como carburadores e coletores, atingia a potência de 170 cv. O novo Fúria, na cor azul, com número 84, nas mãos do famoso Pedro Victor De Lamare, quase bateu o recorde da pista de Interlagos na prova de 12 horas. Chegou a ficar em terceiro lugar. Também nesta participou o Fúria Alfa Romeo, cuja maior diferença externa era não ter a traseira aberta como a do Fúria Chevrolet.

Nas mãos do famoso Pedro Victor De Lamare, o Fúria com motor 2,5 da Chevrolet quase bateu o recorde da pista de Interlagos na prova de 12 horas, também em 1971. Com mecânica do FNM 2150, o Fúria Alfa atingia 138 cavalos a 7.000 rpm. Contava com dois carburadores Weber duplos, câmbio e diferencial Hewland - famosos em todos os carros de corrida na Europa - chassi tubular e freio a disco nas quatro rodas. Com peso por volta dos 650 quilos, nesta configuração a velocidade máxima anunciada era de 240 km/h.

Na Seis Horas de Interlagos, disputa em três baterias de duas horas cada, o Fúria BMW pilotado por Jaime Silva chegou em segundo lugar nas duas primeiras e se acidentou na última. O carro era azul, com numero 9 e a grade dianteira com o "duplo rim" denunciava a motorização alemã.

Na prova 300 Quilômetros de Tarumã foi cotado como um dos poucos opositores aos dois Porsche da Equipe Hollywood, um 910 e outro 908. Largou em terceiro atrás destes dois bem mais potentes e preparados. Mas os mecânicos tiveram muitos problemas com o motor BMW que chegou inclusive a fundir.

Em 2010 na cidade de Araxá, Minas Gerais, no evento Brazil Classics Fiat Show, XIX Encontro Nacional de Automóveis Antigos foi prestada uma homenagem a Toni Bianco e estavam lá os bólidos de corrida Fúria com motorização BMW, outro vermelho com motor Alfa-Romeo e na ala de Alfas antigos um raro exemplar do belo Fúria GT ano 1972.

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O Onça FNM

O grande projetista e advogado italiano Genaro Malzoni, mais conhecido como Rino, nascido na Itália em 1917, foi o criador do GT Malzoni, Puma GT, Puma GT4R e Puma GTB. Em 1964 a FNM contratou os serviços de Rino para desenvolver uma carroceria cupê com estilo esportivo sobre a base do FNM. Nascia o FNM Onça com clara inspiração nas linhas laterais do Ford Mustang cupê americano dos anos 1965/1966. Sua carroceria era em plástico reforçado com fibra-de-vidro, o cupê era mais leve e mais curto em 290 milímetros que o FNM do mesmo ano. Seu motor também era mais apimentado com potência de 115 cavalos! Não foram construídos muitos, mas um sobrevivente foi apresentado no tradicional grande encontro em 2010 na cidade de Araxá, Minas Gerais, no evento Brazil Classics Fiat Show, XIX Encontro Nacional de Automóveis Antigos onde foi prestada uma homenagem a Toni Bianco e estavam lá os bólidos de corrida Fúria, o Onça e vários carros de origem italiana.

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Steve McQueen: Seus filmes e seus carros

Terence Steven McQueen, mais conhecido como Steve McQueen (Beech Grove, Indiana, 24 de março de 1930 — Ciudad Juárez, México, 7 de novembro de 1980), foi um ator americano , sempre lembrado pelos filmes de ação que protagonizou.

Apelidado de "The King of Cool", é considerado um dos maiores atores de todos os tempos e em 1974, ele se tornou o astro de cinema mais bem pago do mundo. Também foi piloto ávido de motocicletas e carros e enquanto estudou atuação, ele passava os finais de semana competindo em corridas de moto e isso contribuiu para que ele próprio realizasse suas cenas de ação dispensando o uso de dublês, especialmente, durante as cenas de perseguição de alta velocidade. McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.

Vida e carreira 

Steve foi menino de fazenda, conviveu com hippies e delinquentes . Passou dois anos num reformatório da Califórnia e aos quinze anos abandonou a sua família para ser marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor. A sorte chegou quando resolveu ganhar quinze dólares por semana para dizer um pequeno diálogo por noite num teatro off na Broadway.

Ele mesmo se definia como um indomável cínico, rebelde e nada bonito, e sempre procurou personagens obcecados por uma ideia, nada românticos e sem o estereótipo do galã. Ao chegar a Hollywood, na década de 1950 foi logo saudado como o sucessor de James Dean. Abaixo num Porsche 356 de sua propriedade

McQueen começou fazendo diversos papéis em séries de TV. Entre 1958 e 1961 estrelou "Procurado Vivo ou Morto", série faroeste para a CBS, que rendeu noventa e quatro episódios. Começou no cinema num papel não creditado em Marcado pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me, 1956), estrelado por Paul Newman. McQueen continuou a se equilibrar entre o cinema e a TV até que tirou a sorte grande ao conseguir um dos principais papéis de Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven, 1960), faroeste clássico de John Sturges, com Yul Brynner comandando um elenco repleto de outros jovens candidatos a astros, como Robert Vaughn, James Coburn e Charles Bronson. 

Filmes como Fugindo do Inferno (The Great Escape, 1963), também de John Sturges, O Canhoneiro de Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966), de Robert Wise e, principalmente, Bullitt (Bullitt, 1968), de Peter Yates, estabeleceram McQueen como o típico durão hollywoodiano, versão anos 1960, papel que ele herdou de Humphrey Bogart, John Wayne e outras lendas do passado e transmitiria a Clint Eastwood, Bruce Willis, Sylvester Stallone etc. Abaixo num Lotus Eleven 1959 de sua propriedade

Na década seguinte, o sucesso continuou em diversas películas bem acolhidas pelo público, como Papillon (Papillon, 1973), de Franklin J. Schaffner, e Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974), de John Guillermin e Irwin Allen. No entanto, McQueen era um solitário por natureza e sua insociabilidade atingiu o ápice entre 1974 e 1978, quando preferia ficar trancado em casa, bebendo cerveja e engordando. Chegou a recusar convites milionários, como atuar em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola ou trabalhar ao lado de Sophia Loren. Seu único interesse eram os carros e chegou ao ponto de pedir a seu mecânico para ler os roteiros que recebia e mostrar a ele apenas os mais interessantes. Finalmente, voltou ao cinema no fracassado O Inimigo do Povo (An Enemy of the People, 1978), de George Schaefer, drama adaptado da peça de Henrik Ibsen. Sua última atuação foi no thriller Caçador Implacável (The Hunter, 1980), de Buzz Kulik, já debilitado pela doença que o levaria à morte em 1980.

O ator foi vítima de um mesotelioma, câncer na membrana que envolve os pulmões e é por vezes chamado de "a doença do amianto". Quando faleceu possuía sua própria empresa cinematográfica, a Solar. Seu corpo foi cremado, e suas cinzas espalhadas no Oceano Pacífico. Abaixo num Ferrari 250 GT Lusso 1963 de sua propriedade

Steve era apaixonado por motocicletas e a sua primeira foi uma Indian Chief modelo 1946 e tornou-se colecionador de motos clássicas, chegando a possuir mais de 100 modelos. Nas décadas de 1960 e 1970, possuiu equipe e participou de competições esportivas e desta maneira, em 1999 foi introduzido no Motorcycle Hall of Fame

Seus carros

Hudson Hornet

Este grande ator possuiu vários carros: Ferrari 275GTB/4 1967,  Ferrari 275 GTS/4 NART Spyder 1967 e Ferrari 250GT Lusso 1963, Porsche 911S 1970 e Porsche 911 Carrera Turbo 1976, Lotus Eleven 1959, Jaguar XKSS 1956, Mini Cooper S 1967, Mercedes-Benz 300 SEL 6.3 1972 e Chevrolet Styline DeLuxe 1951. E dois Hudson : Um Hudson Custom Commodore Six, um 1950 (abaixo) e outro Hudson Hornet ano 1953. A foto do carro abaixo é da casa de eleilões RM Sotheby's. Steve McQueen ficou com o carro até seu falecimento.

Jaguar XKSS 1956

Ferrari 275 GTB/4

Mini Cooper

Mercedes-Benz 300 SEL 6.3

Shelby Cobra 289

Porsche 930 Turbo 1976

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Fugindo do Inferno

Em Fugindo do Inferno (The Great Escape) com Steve McQueen, narra a história de um grupo de prisioneiros no final da segunda guerra mundial. Ele dá um show nas montanhas e estradas fugindo dos alemães numa Triumph TR6 Trophy

Bullit

O grande ator Steve McQueen, neste ótimo  filme de 1968, uma das mais fantásticas perseguições automobilísticas do cinema. Foram utilizados na perseguição dois Mustangs fastback 1968 GT 390 e dois Dodge Charger RT 440.

Um dos mais memoráveis pegas do cinema está no policial Bullit. O filme, estrelado por Steve McQueen e a bela Jacqueline Bisset, tem uma  das perseguições mais emocionantes do cinema feitos nas ruas de San Francisco, na Califórnia. O duelo é com um Dodge Charger. O Mustang, placa JJZ-109, verde escuro é um modelo 1968  GT 390 fastback. McQueen, como sempre, dispensou dublês. Ele mesmo fez questão de tocar o muscle car e o adversário, dirigindo o Charger, era um ator amigo dele. Em 1998 a Ford fez uma edição comemorativa, com o modelo atual, na mesma cor do carro do cinema. Quem gosta de ver máquinas descascando pneus pode alugar em DVD. Imperdível.

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Thomas Crown Affair

O entediado bilionário Thomas Crown decide divertir-se roubando um Monet de um museu de renome. Quando Catherine Banning, uma investigadora da companhia de seguros do museu, interessa-se por Crown, um jogo complicado de vai e vem com tons românticos começa entre eles. Dá um show na praia a bordo de um bugue Meyers Manx com motor a Chevrolet Turbo-Air 6 cilindros Boxer de um Chevrolet Corvair

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Porsche 911

 

Num dos melhores filmes de corridas já feitos até hoje, As 24 horas de Le Mans (Le Mans) dirigido por Lee H. Katzin em 1971, conta a história de uma das corridas de carros mais famosas e emocionantes do planeta. O ator principal é Steve McQueen que interpreta o piloto americano Michael Delaney e pilota um Porsche 917 na corrida. Seu maior adversário, que pilota uma Ferrari 512 S é Siegfried Rauch que faz o papel de Erich Stahler. Importante também é o papel da bela Elga Andersen que faz Lisa Belgetti. Logo no princípio do filme, as primeiras cenas mostram um Porsche 911 S preto dirigido por McQueen em estradas vicinais que dão acesso a cidade de Le Mans. Mostra ainda passando pela cidade e depois indo direto ao circuito onde relembra o acidente que teve na corrida anterior. Disponível em DVD é um filme imperdível para quem gosta de corridas de carros. Aparecem também vários outros 911 participando da corrida. Imperdível para guardar, ver e rever. Em 2011 este lindo Porsche 911 S de Steve McQueen foi leiloado por US$ 1,375 milhões pela empresa canadense RM Sotheby's em Monterey, Califórnia, Estados Unidos.  Veja a cena

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As 24 horas de Le Mans

Um dos melhores filmes de corrida já feitos, o 917 foi a estrela máxima. Trata-se das 24 horas de Le Mans, (Le Mans) com Steve Mcqueen (ator e produtor) produzido em 1971. Excetuando-se o astro americano, o restante do elenco é desconhecido para quem não é um grande amante do cinema. Formado, em maioria por atores europeus  que não atuaram em grandes produções, mas são muito bons! O drama tem duração de 104 minutos e o circuito de Sarthe foi alugado durante três meses para as filmagens.

Steve Mcqueen se inscreveu para a corrida com Jackie Stewart, num Porsche 917. Mas por questões de seguro, foi impedido de correr.  Ele correu na verdade num 908 fantasiado de 917.

Várias cenas são reais e foram feitas na corrida de 1970. A produção comprou vários carros (Lola, Matra, 911, Alfa, Chevron, etc...), mais cinco 917 e quatro Ferrai 512. Sabendo que no filme os Porsche ganhariam, o Comendador Enzo Ferrari não quis saber de emprestar seus carros ! E também, a produção, contratou Ickx, Jean Pierre Jabouille, Gerard Larrousse e vários outros pilotos que aparecem no filme, logo no início, antes da largada e também no fim.

Durante as filmagens, o piloto David Piper sofreu um acidente e teve de amputar uma perna. Este acidente depois foi reproduzido por um carro controlado a distância.

Os carros câmeras eram um Porsche 908-02  e dois Ford GT 40 que foram reproduzidos em miniaturas.

Começa com Mcqueen (Michael Delaney) chegando na cidade de Le Mans a bordo de um 911 muito bonito. Ele vai logo para uma das estradas que fazem parte do circuito e relembra de um acidente que foi vitima no ano anterior. Ele, na corrida, é o piloto do Porsche 20 da Gulf. Seu arqui rival é o piloto da Ferrai 512 M, Erich Stahler, interpretado por Siegfrid Rauch. Antes do começo da prova, os dois mostram suas diferenças nos corredores atrás dos boxes. As cenas da largada, da corrida, de dentro e fora dos carros, são muito bem feitas. Os acidentes muito realistas. Os atores são muito bons, tanto pilotos quanto os do box. E as atrizesprincipais são muito bonitas. O Porsche da equipe austríaca, cauda longa, o branco número 25 acima,  na primeira volta, simplesmente pulveriza os concorrentes na reta de Hunaudiéres numa cena muito bonita.O som do motor, no filme, é apaixonante. Vale a pena ser visto e está disponível em DVD. Foi remasterizado e o colorido é vibrante! Veja um trecho do filme

Existe também um livro, escrito por Peter Morgan que fala dos bastidores do filme. Que nem tudo foi glória. Houveram muitos transtornos nas filmagens. No mínimo interessante.  

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Não podemos esquecer do filme The Hunter (Caçador Implacável - The Hunter), de 1980, onde o famoso ator Terence Steven McQueen faz um caçador de recompensas e dirige sem suas investigações um Chevrolet Styleline De Luxe 1951. E dirige muito mal! Ótimo filme!

Filmografia        

  • 1956 - Marcado Pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me); não creditado
  • 1957 - Império de um Gangster (Never Love a Stranger)
  • 1958 - A Bolha Assassina (The Blob)
  • 1958 - O Grande Roubo de St. Louis (The Great St. Louis Bank Robbery)
  • 1959 - Quando Explodem as Paixões (Never So Few)
  • 1960 - Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven)
  • 1961 - A Máquina do Casamento (The Honeymoon Machine)
  • 1962 - O Inferno É Para os Heróis (Hell Is for Heroes)
  • 1962 - O Amante da Guerra (The War Lover)
  • 1963 - Fugindo do Inferno (The Great Escape)
  • 1963 - Quanto Vale um Homem (Soldier in the Rain)
  • 1963 - O Preço de um Prazer (Love with the Proper Stranger)
  • 1964 - O Gênio do Mal (Baby, the Rain Must Fall)
  • 1965 - A Mesa do Diabo (The Cincinnati Kid)
  • 1965 - Nevada Smith (Nevada Smith)
  • 1966 - O Canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles)
  • 1968 - Crown, O Magnífico (The Thomas Crown Affair)
  • 1968 - Bullitt (Bullitt)
  • 1969 - Os Rebeldes (The Reivers)
  • 1971 - As 24 Horas de Le Mans (Le Mans)
  • 1972 - Dez Segundos de Perigo (Junior Bonner)
  • 1972 - Os Implacáveis (The Getaway)
  • 1973 - Papillon (Papillon)
  • 1974 - Inferno na Torre (The Towering Inferno)
  • 1978 - O Inimigo do Povo (An Enemy of the People)
  • 1980 - Tom Horn (Tom Horn)
  • 1980 - Caçador Implacável (The Hunter)

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Nascar - National Association for Stock Car Auto Racing

Um pouco da história e regras.

Basta rolar a mesma e verá fotos e comentários das citadas abaixo

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Uma corrida de carros envolvendo várias marcas famosas americanas. Automóveis comuns que rodavam nas ruas e rodovias em todos os Estados Unidos e estavam em todas as concessionárias de marcas famosas como Ford, Mercury, Chevrolet, Pontiac Buick, Cadillac, Dodge, Oldsmobile, Plymouth, Hudson Hornet... e todos com um super motor com oito cilindros em “V” ou seis cilindros em linha com preparações refinadas. Assim foi criada a Nascar ou National Association for Stock Car. Uma disputa espetacular em alta velocidade por pistas que aos poucos foram construídas com curvas e retas inclinadas em todos os Estados Unidos. Abaixo a primeira foto oficial da primeira chegada da Daytona 500 em 1959. Lee Petty está no Oldsmobile 1959 modelo 98 Holiday SceniCoupe, nº42, o carro do meio, acima do Ford Thunderbird nº 73. Perto do muro um Chevrolet Impala.

Na década de 30, um mecânico chamado William H.G (Bill) France tinha um grande projeto. Desejava ir para o sul com a família e deixar esta parte dos Estados unidos mais rica. Chegou a Miami, Flórida, mas foi em Ormond Beach que começou a trabalhar como mecânico.Tudo começou em 1947 quando foi fundada a Nascar - National Association for Stock Car Auto Racing. O circuito com 4,02 quilômetros era um grande traçado oblongo com duas curvas em 90º. Metade do traçado em areia, na praia, que tinha uma boa largura, longe da água em maré baixa e a outra em asfalto na rodovia nacional A1A. Esta praia já servia há anos para testes de velocidades.

Esta reunião aconteceu no Streamline Hotel com vários pilotos e empresários e em fevereiro de 1948 e após 69 dias de reuniões foi fundada e Nascar. Abaixo Lee Petty que venceu em Daytona no ano de 1959 num Oldsmobile 1959 modelo 98 Holiday SceniCoupe. Ele usava o numero 42 e seu filho Richard, que foi um recordista da categoria usava o numero 43 em seus Dodge e Plymouth.

Muitos carros competiam, tinham para-lamas recortados para aliviar peso, alguma preparação e muita habilidade era necessária para os candidatos à vitória. E havia grande publico reunindo pessoas de todas as idades. Era também um desfile de modas, pois havia muitas mulheres bonitas em trajes de banho ou com roupas mais esportivas. Em algumas provas mais de 100 carros estavam na largada.

Aos poucos as fábricas foram se investindo e vários empresários de todos os segmentos interessados em investir nos carros, nos pilotos e fazer muita propaganda em ambos e também dentro e fora da pista. Por volta de 40 carros se alinham atualmente no grid de largada uns grudados nos outros.

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Os estados americanos que recebem as Provas

A temporada começa em Daytona na Flórida. Depois vai para Las Vegas (Nevada), Phoenix (Arizona), Martinsville, Texas Motor Speedway (Fort Worth, Texas, Bristol Motor Speedway (Tennessee), Richmond (Virgínia) Talladega (Alabama) , Kansas (Missouri), Charlotte (Carolina do Norte) Dover (Illinois), Pocono (Pensilvânia), Michigan International Speedway (cidade de Brooklyn no estado do Michigan), Sonoma ao norte de São Francisco, na Califórnia.

Volta a Daytona para mais uma prova, depois vai para o Kentucky Speedway (Kentucky) New Hampshire Motor Speedway (Nova Inglaterra), Indianapolis Motor Speedway (Indiana) volta à Pocono e depois à Watkins Glen (estado de Nova Iorque) que já foi palco de provas de várias categorias inclusive a Fórmula Um. É o único circuito misto da categoria.

Outra vez em Michigan, Bristol, Darlington, Richmond, Chicagoland Speedway (Illinois), New Hampshire, Dover, Charlotte, Talladega, e Kansas. Depois vai à Martinsville (Virgínia) volta ao Texas, Phoenix e termina em Homestead (Miami) Começa no final do inverno em fevereiro e termina no início de novembro.

Atlanta Motor Speedway é um circuito oval localizado na cidade de Hampton no estado da Geórgia, Estados Unidos. Sua extensão é de 1,54 milhas ou 2,48 quilômetros em um formato quad-oval.  Suas curvas possuem uma inclinação de 24 graus, na reta é de 5 graus. É um dos mais rápidos!

Há corridas diurnas e noturnas, mas as que acontecem a noite conta com a iluminação do circuito. Os carros não tem faróis!

A primeira corrida do no, Daytona 500, recebe cerca de 160.000 espectadores. Os pilotos que pontuam sempre recebem prêmios e aqueles que ganham mais provas se tornam milionários no final da temporada. A família de Bill France, seu filho júnior, tem a posse de todos os direitos do complexo. Além da pista e boxes, há lojas, restaurantes, hotéis, etc

Além dos para-lamas recortados já citados, o piloto era preso ao assento inteiriço por um cinto pélvico ou uma corda! No começo da década de 50 as gaiolas (Roll Cage) já estavam em uso em alguns carros para dar maior proteção ao piloto. Abaixo o Hudson Hornet. Tinha um motor com seis cilindros em linha muito afinado e potentes. Era chamado "The Fabulous Hudson Hornet" e foi tricampeão na NASCAR em 1951, 1952 e 1953

Estes usavam um óculos comum para proteção dos olhos e um capacete com uma proteção lateral de couro como os usados na Segunda Guerra. Não eram muito protetores, mas melhor do que nada. Um piloto que chegou a ganhar uma corrida fez uma gaiola de madeira e foi desclassificado. Abaixo uma dos anos 70.

A velocidade dos carros já estava bem alta nos “Speedway” na década de 60 estavam mais evoluídas, tornando-se peça fundamental do carro. Na década de 70 já eram cronometrados à 350 km/h e causavam embaçamento na visão dos pilotos. A associação dos pilotos profissionais recém criada proibiu as corridas nestes circuitos muito rápidos. Retas e curvas inclinadas, circuitos com 2,4 a 3,5 quilômetros, a aerodinâmica pouco desenvolvida e a trepidação causavam estes problemas. Abaixo um Ford Fairlane 1957.

A gaiola cobria parte da capota, boa parte da frente, um pouco da parte de trás e as portas eram soldadas para dar maior rigidez à carroceria. Abaixo um Plymouth Belvedere 1964 de Richard Petty.

Nesta época quase todos os carros americanos tinham chassi e a corrida era aberta exclusivamente para carros de duas portas. Abaixo um Ford Galaxie 500 1966 cupê. As rodas tinham desenho original, mas mais largas e com cinco furos.

Já na década de 70 os carros estavam mais seguros por dentro e por fora. Para os pilotos novos bancos envolventes, macacões à prova de fogo e a tela na janela era para proteger os braços do piloto em caso de capotagem para que o mesmo não saísse para fora do carro e fosse esmagado pela capota.Há décadas não há mais vidros nos carros e os atuais tem peças em plexiglass. E no para-brisa as películas são removidas para melhorar a visibilidade do piloto. O vidro laminado foi banido! Há no mínimo três barras que ligam a capota à parte inferior do para-brisa a título de reforço estrutural. Idem para a parte de trás.

A temperatura dentro de um carro pode chegar a 120 graus centígrados. Por isso há no mínimo três dutos de ar que levam o ar externo para dentro da cabine (cockpit) . Um duto que pega, joga ar fresco, na parte lateral direita do piloto, outro que vem da frente como se viesse de um quebra vento e outro atrás do capacete que é bombeado.

Abaixo um Ford Thunderbird 1987.

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UM POUCO DAS PISTAS

Abaixo a cidade de Daytona no Estado da Flórida nos Estados Unidos

Daytona - Em 1962 foi feita uma prova de três horas. Em 1964 uma de 2.000 quilômetros e depois, em 1966, as 24 horas de Daytona para o Campeonato Mundial de Marcas. Em 1971 foram reduzidas às 6 horas. Há muito era disputada as 500 Milhas de Stock-Cars e as 200 Milhas para motocicletas de alta cilindrada (500 cm³ e 750 cm³) . Esta famosa pista tem 32° de inclinação nas curvas e é considerado alto. Por isso a suspensão do lado direito do carro é mais alta como os pneus mais largos para compensar e evitar uma quebra ou desgaste maior do conjunto nas curvas inclinadas.

Chegava-se, na década de 90, a  montar dois pneus, um dentro do outro. Em caso de explosão do externo o acidente seria menos grave. Muito melhor em qualquer prova, independente da inclinação da pista, ficar na parte de baixo da curva. A calibragem varia em cada circuito, sendo que os internos, a direita tem menor que os internos. Varia entre 22 e 42 libras.

Indianápolis - Tem 9° de inclinação nas curvas, são considerados baixos. O circuito de Milwaukee idem. Tem 2,5 milhas de extensão como Daytona. Além do muro de proteção feito em material absorvente, menos rígido, há tela altíssimas para que o carro não avance sobre o público ou caia do lado de fora da pista.

Pocono - Tem extensão de 2,5 milhas com inclinações de 14° na curva 1, 8° na curva 2 e 6° na curva 3. Pode receber 76 mil pessoas. Recebe provas da Verizon IndyCar Series, NASCAR Cup Series, NASCAR Xfinity Series, NASCAR Camping World Truck Series e da ARCA Series (Automobile Racing Club of America). Em todos os boxes estão sempre a direita. 

Watkins Glen -Foi inaugurado em 1948 e passou por uma reforma geral em 1971. Hoje tem 5,4 quilômetros. É um circuito misto que já abrigou provas da Fórmula Um, Can-Am (Campeonato de marcas Canadense e americano), International Race of Champions (IROC) que é uma competição automobilística disputada a cada ano desde 1973 por 12 pilotos entre campeões mundiais e destacados no cenário americano. Os carros usados foram o Porsche Carrera RSR, Chevrolet Camaro, Dodge Daytona, Dodge Avenger e o Pontiac Trans Am. Também há provas do Sports Car Club of America (SCCA) que reuniu carros como o Chevrolet Camaro, Dodge Challenger, Ford Mustang e AMC Javelin. Dos poucos circuitos em que a corrida acontece em sentido horário.

A torcida: Algumas vagas tem que ser reservadas com muita antecedência em corridas mais importantes. Os ingressos se esgotam rapidamente. Desde o começo há uma frase famosa: A marca que vence a corrida no domingo, vende mais na segunda! Por isso tudo é levado muito a sério. Um detalhe interessante: Há torcidas por marca. Quem não quer ver seu carro ganhando? Mas interessante também: Não há brigas entre torcidas!

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Os carros da década de 70

Na década de 70 já estavam muito aperfeiçoados. E velozes! As carrocerias tinham que ser idênticas a da produção em série.  Abaixo o Plymouth Road Runner

O box, a troca de pneus e ajustes. No abastecimento, o homem que faz o trabalho tem que ser forte, pois carrega 11 galões de Etanol americano ( +/- 42 litros) em cada abastecida. São permitidos sete mecânicos por parada. A capacidade do tanque é de 22 galões (83,27 litros). O consumo é de 2 a 5 milhas por galão conforme o traçado.

O temido Dodge Charger Daytona. Depois que sua carreira acabou nas pistas, foi esquecido nas equipes. Hoje vale uma fortuna! No enquadramento um Ford Torino Cobra Talladega.

Aos poucos na década de 60 e 70 as fábricas foram se interessando caso o publico fosse grande. E era, mas ótimas equipes privadas que estavam nas pistas. Com uma constante troca de regulamentos a Ford saiu, mas retornou e também dava muito apoio aos que usavam o Ford Torino Cobra Talladega, sendo que estes nomes eram intencionais. Até 1969 a empresa havia vencido consecutivamente o sétimo campeonato com pilotos de estirpe como David Pearson, Cale e Lee Roy Yarbrough. Grande parte dessas a bordo do Ford Galaxie 500. O Torino tinha motor com oito cilindros em "V”, 7.030 cm³, um carburador Holley de corpo quádruplo e 600 cavalos a 6.000 rpm. Câmbio de quatro marchas manual, tração traseira, chassi em aço reforçado pela gaiola tubular (Roll Cage) e tinha 5,15 metros de comprimento este cupê. Pneus 8,20 x 15.

A Chrysler combatia com o Dodge Charger Daytona e o Plymouth Road Runner Super Bee. O numero 43 já era reservado ao “King”, o Rei Richard Petty. O motor também era um V8 com 6.980 cm³ e também com 600 cavalos á 6.000 rom. Também com quatro marchas, tração traseira e pneus 7,75 x 14. O Charger tinha 5,18 metros e o Road Runner Super Bee 5,5 metros graças aos nada discretos aerofólio traseiro e bico dianteiro usado para melhorar a aerodinâmica. Tinha peso equivalente ao Ford: cerca de 1.750 quilos.

A American Motors com o AMC Matador e a A General Motors tinha o Chevy Monte Carlo com um Big Block (Bloco motor grande) de 427 polegadas cúbicas nas mãos de Junior Johnson/Bobby Allison.

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Em 2018

Na década de 90 os carros tinha que ter a mesma carroceira do modelo em série produção. Hoje nem tanto. São quatro marcas que disputaram: A Chevrolet com o SS, a Ford com o Fusion e a Toyota com o Camry.

O Ford Fusion

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Acidentes

Acidentes acontecem em quase todas das 36 provas de todas as categorias. Assim que  confusão acaba e o socorro entra, o carro madrinha (Pace Car) entra na pista na frente de todos e os fiscais agitam muito as bandeiras amarelas. Aqueles que saíram ilesos das batidas, vão para os boxes para abastecer (gasolina de 103 octanas) , trocar pneu (cinco furos na roda e pistola pneumática) e fazer reparos na carroceria caso haja necessidade.  Não podem ficar mais do que cinco minutos para todas as tarefas. Em cada curva há no mínimo duas ambulâncias e duas picapes ou caminhões reboque para entrar rapidamente para o resgate ou rebocar um bólido. 

O piloto hoje está muito mais protegido.Capacete integral, tela com maior área, coluna de direção retrátil e um enorme HANS (Head And Neck Support ou Suporte para cabeça e pescoço.Os bancos são especiais, mas não ajudam muito no conforto (pouco) interno. Usam cinto de segurança de grande eficiência de quatro pontos. Logicamente o macacão, as luvas, meias e sapatilhas são a prova de fogo. Os capacetes são de última geração para aguentar pancadas violentas e altas temperatura em caso de fogo dentro da cabine.

A gaiola atual é muito mais segura que as anteriores. Na parte externa da carroceira há no capô, na capota e na tampa traseira defletores (como os flaps de aviões) para ajudar a diminuir a velocidade do carro em caso de saídas de pista violentas

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Patrocinadores

Há um pouco de tudo: O colorido do macacão do piloto, do pessoal do box e do carro está longe de ser enfadonho. Alimentação, bebidas, correios, forças armadas, cervejas, refrigerantes, roupas, peças para carros, lubrificantes e aditivos para carros, locadoras, jornais, revistas, canais de televisão, energéticos, etc.

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O centro e os boxes

O trabalho nos boxes é intenso, eles são simples e não há muito espaço. A equipe como em todas as corridas tem que ser rápida na troca de pneus, abastecimento, etc. Um dos donos de equipe teve uma ótima ideia: Contratou atletas!

Chegou primeiro, pagou mais, fica lá dentro!

Na área interna e dentro dentro da pista,  ficam os caminhões das equipes que carregam os carros, trailers onde dormem pilotos e equipes e da arquibancada a grande plateia vê tudo!

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As principais categorias são:

NASCAR Cup Series que incluem Strictly Stock Series, Grand National Series, Winston Cup Series, Nextel Cup Series e Sprint Cup Series. São provas nacionais, 36 corridas nos Estados Unidos, em vários estados, o principal patrocinador era o energético Monster Energy. Foi fundada em 1948. Os carros tem motores com oito cilindros em “V”, bloco motor em ferro fundido, 5.860 cm³ (358 polegadas cúbicas) de cilindrada, 865 cavalos de potência a 9.000 rpm, arrefecidos a água, tração traseira, carburador de corpo quádruplo e cambio manual de quatro marchas, peso 1.542 quilos. Tem velocidade final de 200 milhas por horas (330 km/h) nos ovais mais rápidos como Daytona e Indianápolis. Os carburadores deram adeus em 2012 e foram substituídos pela injeção.Teve gente que torceu o nariz.

Xfinity Series – Incluem a Model Sportsman Division, Busch Series e Nationwide Series, 33 provas nos Estados Unidos. Também com motor V8 e 650 cavalos. Foi criada em 1982.

Os carros atuais são: Chevrolet Camaro ZL1, Ford Mustang e o Toyota Camry na temporada de 2019 e 2020.

Camping World Truck Series inclui a Super Truck Series, Craftsman Truck Series. É uma categoria nacional para picapes leves com 24 provas criada em 1995 e as provas são nos Estados Unidos e Canadá. Todas com motor V8 e 700 cavalos. São a Ford F-150, Chevrolet Silverado 1500 e Toyota Tundra.

Regras em 2019

Nota: Para todas as categorias os prêmios em valores, em dólares, são muito altos. Há vários patrocinadores e quem ganhar, fazer a pole, ficar entre os 5 ou entre os 10 melhores no campeonato a quantia em cinco temporadas passa fácil de um milhão de dólares!

Em 2020

Neste anos os bólidos contaram com 550 cavalos de potência, dutos de refrigeração abertos na dianteira e o spoiler traseiro maior. Em determinados circuitos a potência chega a 850 cavalos com 358 polegadas cúbicas de cilindradas (5.866 cm³) e tem durabilidades de 1.000 milhas. Os carros chegam a 320 km/h dependendo do circuito

Por causa da pandemia as corridas começaram com certo atraso, mas houve provas inclusive no meio da semana e rodadas duplas aos sábados e Domingos. Em algumas contou com pequeno público!

Veja nos links como foi o campeonato Nascar, a prova de Kansas, a prova do Texas, a prova de Martinsville e a final em Phoenix

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Miniaturas

Lindo Ford Galaxie 500 1963 "Texas Thunder" da fabricante Sun Star na escala 1/18. Vale quanto pesa!

Várias. O Plymouth Richard Petty escala 1/43 é da Racing Champions fabricada em 1992. A que está na embalagem é da Winner's Circle, piloto premiado Rusty Wallace, um Dodge Charger na escala 1/64. As outras são Hot Wheels, alguns da coleção básica outros especiais adquiridos há muito tempo. O amarelo (26) e o branco e azul (6) são Ford Taurus. O nº 32 e 44 são Ford Galaxie de edições especiais. Os Ford Torino Talladega estão com os números 78, 68 e o sem número cor preta é um Ford Thunderbird.  Os que tem número 13 e 45 são Dodge Charger e Dodge Coronet Super Bee. Outro preto é um Chevrolet Lumina nº1 e um Pontiac Grand Prix também de uma série especial. Outros dois verde com teto preto e azul com capô branco são Chevrolet Impala da piloto Danica Patrick  da temporada de 2010.

Livros: Todos antigos, em inglês sendo que o que está mais a direita é da coleção em quadrinhos francesa, uma edição especial de Michel Vaillant Spécial Steve Warson. Vale a pena apreciar e ler. Aprende-se muito! E observando detalhadamente as fotos!

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Bons Filmes sobre a Nascar - Dias de Trovão, 500 Milhas, Red Line 7000 e Fire Ball.

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Um pouco da História de Sean Connery e seus carros nos filmes de James Bond

O grande ator Thomas Sean Connery, escocês, faleceu no ultimo dia 31 de outubro de 2020.  E foi um dos mais famosos James Bond do cinema.

A primeira vez que disse "Bond, James Bond" foi em "007 Contra o Satânico Dr. No". Seguiu cercado por mulheres elegantes, belos carros, lugares paradisíacos e à caça de vilões em "Moscou Contra 007", de 1963, "007 Contra Goldfinger", de 1964, "007 Contra a Chantagem Atômica", de 1965 e "Com 007 Só Se Vive Duas Vezes", de 1967.

Voltou em  "007 - Os Diamantes São Eternos", de 1971 e depois em '007: Nunca Mais Outra Vez' em 1983.

O Aston Martin DB5 (saiba mais)  se tornou conhecido nos quatro cantos do mundo graças ao agente secreto 007, James Bond do escritor Ian Fleming. Assim como a Vodka Martini batida e a pistola Walther PPK, o automóvel foi considerado como o símbolo do agente secreto inglês. Aliava toda a sofisticação e acessórios que 007 não dispensava nas aventuras para defender o mundo.

O modelo DB5 prateado estreou no filme James Bond contra Goldfinger (Goldfinger) de 1964. O DB5 na cor prata era equipado com vidros a prova de balas, 2 metralhadoras calibre 30, jatos de óleo e água que esguichavam da traseira, acento esquerdo ejetável,varias placas rotativas legalizadas para rodar na Inglaterra , Suíça, e França. Havia ainda uma chapa a prova de balas que saia verticalmente do porta malas na traseira protegendo contra ataques entre outros acessórios pouco ortodoxos. Bem útil foi o assento ejetável que mandou para os ares um malfeitor oriental. Era acionado por um botão que se encontrava dentro do pomo da alavanca de marchas. Um clique e tchau! Veja uma cena

Mais com o Aston Martin

Outro filme

Em 007 contra a Chantagem Atômica (Thunderball )

Veja a cena com o Aston Martin

E com o Mustang

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"007 Contra o Satânico Dr. No

Mas seu primeiro carro foi foi o Sunbeam Alpine em o "007 Contra o Satânico Dr. No". 

Também com Sean Connery no primeiro James Bond. Em Dr. No foi perseguido por uma funerária Cadillac quando ia para a casa de Miss Taro. Fez aniversário em cinco de outubro de 2017. Fugindo do Cadillac La Salle com firmeza. Há Cinquenta e cinco anos!

Em ótimas cenas Veja um trecho

Mas antes, quando o ator escocês Sean Connery,  na pele de 007,  desembarca na Jamaica, embarca num Bel Air 1957 (conheça)  preto conversível com bancos vermelhos.

 O chofer queria logo elimina-lo, mas Bond chega ao seu destino dirigindo o Chevrolet.

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Com 007 Só Se Vive Duas Vezes

Em 1967, parte do filme You Only Live Twice (Com 007 Só Se Vive Duas Vezes), foi filmado no Japão e o diretor Albert R. Broccoli viu que o carro do agente de apoio de Bond em Tóquio poderia ser o Toyota 2000 GT. Quando do começo das filmagens aconteceu algo inédito. É sabido e se vê nas cenas que Sean Connery não é baixo, medindo cerca de 1,85 metros. Mal cabia no carro ainda mais com a câmera de filmagem para cenas internas.

O diretor Broccoli pediu para a Toyota e em duas semanas dois belos conversíveis estavam prontos sem grandes modificações estruturais, pois seu chassi tubular era muito forte. Era um falso conversível já que não tinha lugar para a capota e tinha apenas uma lona de enfeite após a cabine de dois ocupantes. Genial! Veja um trecho da perseguição

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Os Diamantes São Eternos (Diamonds Are Forever ) de 1971

Inclusive James Bond, o agente 007, fritou pneus em Las Vegas a bordo de um Mach 1 vermelho 1971. Foi no filme Os Diamantes São Eternos (Diamonds Are Forever ) de 1971 com Sean Connery. As cenas são muito bem feitas e o Mustang fica em duas rodas, dá cavalo de pau e deixa louca a polícia do estado de Nevada.

Veja um trecho

No início do filme

No filme Os Diamantes são Eternos de 1971, logo no inicio, um Triumph Stag (conheça)  está na fronteira indo para Amsterdam na Holanda. O carro não é de James Bond (Sean Connery), mas ele assume o volante se fazendo passar por Peter Frank. O objetivo é investigar o trafico de diamantes oriundos da África do Sul. Neste 007 está disposto a vingar a morte de sua esposa Tereza Bond,efetuado pelo inimigo Blofeld, que está no filme 007 A Serviço Secreto de Sua Majestade. Ela é a atriz Diana Rigg que dirige muito bem o Mercury Cougar. Ótimo filme com ótimas cenas de perseguição e cenários. Veja

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Nunca Mais Outra Vez, (Never Say Never Again) de 1983

No filme de Sean Connery no papel de James Bond, Nunca Mais Outra Vez, (Never Say Never Again) de 1983, é a vez do Renault 5 Turbo barbarizar nas ruas. O modelo vermelho/laranja conduzido por Fátima Blush é perseguido por 007 numa moto preta. Boas cenas de ação e perseguição em ruas estreitas de Marselha, no sul da França. Ele, sempre com belas mulheres, está ao lado de Barbara Carrera (Fátima Blush) e da deslumbrante Kim Basinger (Domino Petachi). Veja a perseguição

Ele numa Yamaha XJ 650 Seca Turbo

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30 de setembro de 1955. O dia em que James Dean morreu enquanto dirigia seu Porsche

Dirigindo muito rápido, por volta de 170 km/h, o grande ator de Hollywood bate no carro de um estudante, num Ford Tudor 1950 cujo proprietário era Donald , que atravessava a estrada. Há 65 anos!

Em março de 1955, James Dean comprou seu Porsche 356 1.500 Super Speedster conversível (conheça) , e em setembro de 1955 Jimmy comprou um 550 Spider prata (foto), com o número 130 pintado no capô e na traseira seu apelido "Little Bastard".

Na sexta-feira, 30 de setembro de 1955, James Dean dirigia seu Porsche 550 Spyder pela Rota 466, com os cabelos ao vento. Ele ia para Salinas, Califórnia,  participar de uma corrida automobilística marcada para o dia seguinte. Nesta satisfação por velocidade eleesteve esperando impacientemente pelas últimas palmas do filme  Assim Caminha a Humanidade (Giant) por semanas para se sentar ao volante de seu carro de corrida! Sem perder tempo, ele levou seu mecânico Rolf consigo e pegou a estrada.

Às 17:45, nos arredores da pequena cidade de Cholame, James Dean vê um veículo Ford preto e branco vindo em sua direção. Não houve tempo...

Enquanto viajava para o evento via Rota 466, (atualmente SR 46) aproximadamente às 17h45, um Ford Tudor 1950 estava fazendo retorno num cruzamento, à frente do Porsche. Dean, não conseguiu parar a tempo e bateu na frente e na lateral direita do lado do motorista do Ford, fazendo o carro de Dean voar pela estrada e cair no acostamento da rodovia. O passageiro de Dean, Wütherich, foi arremessado do Porsche, enquanto Dean ficou preso no carro e sofreu vários ferimentos fatais, incluindo um pescoço quebrado. O motorista do Ford, Donald Turnupseed, sofreu apenas ferimentos leves. O acidente foi testemunhado por diversos transeuntes que pararam para ajudar. Uma mulher com experiência em enfermagem socorreu Dean e detectou que seu pulso estava fraco, e que "a morte parece ter sido instantânea". Dean foi declarado morto no local, logo depois de chegar de ambulância no Hospital Paso Robles War Memorial às 18h20. Há muita controvérsia ainda sobre o acidente!                                                                                    

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O primeiro carro elétrico

La Jamais contente (ou Jamais-Contente) foi o primeiro veículo a ultrapassar a marca dos 100 km/h. Este carro elétrico, em forma de torpedo sobre rodas, bateu o recorde em 29 de abril de 1893, em Achères, França. Este carro foi construído pela empresa de transporte de automóveis Geral Belga Jenatzy. 

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Um Simca brasileiro na França

Société Industrielle Mécanique et Carrosserie Automobile (SIMCA)

No Salão Retromobile de 2020, em Versalhes, região parisiense, França, o Clube Vedette Simca apresentou um carro nunca visto na França: Um Simca fabricado no Brasil modelo Emisul de 1966. A evolução do francês Simca V8 Chambord. Este Simca do brasileiro  Tem potência 140 cavalos. É um autêntico modelo de 1966 do Simca Rallye Emisul 6M

Os primeiros Simca "Vedettes" franceses foram lançados em 1954 e foram fabricados pela Ford SAF (Sociedade anônima Francesa)  com motor V8, válvulas laterais de 60 HP. Esses carros eram reconhecidos por sua chamada carroceria "Rabo de Peixe". Em 1954, a Simca comprou a Ford France. Quatro anos depois, a empresa fundou o Simca do Brasil em São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil. Primeiro, uma simples unidade de montagem com peças vindas da França, esta fábrica, sob a direção do engenheiro francês Jacques Pasteur, desenvolveu veículos distintos. Os modelos, carroceria e mecânica, até a data de 1968, que foi o ano final dessa produção que começou com o Chambord.

O excelente Simca Rallye Emisul 6M de 1966, que foi apresentado no Salão Retromobile de 2020, era da cor dourada "Goldfinger", fazendo referência ao filme de James Bond de 1965. É um modelo extremamente raro, pois foram produzidas apenas 597 unidades no ano de 1966. A caixa de câmbio da 6M era opcional no modelo Rallye. Poucos carros foram equipados com este dispositivo e hoje não se pode dizer com precisão quantos ainda existem. Esta caixa de seis velocidades oferecia a possibilidade de ter três velocidades longas para a estrada e três velocidades curtas para a cidade ou a montanha. Um mostrador elétrico montado no painel de instrumentos permitia a seleção dessas duas faixas de velocidade.

A modificação do motor "Aquilon" foi totalmente realizada no Brasil. Depois de adaptar uma ignição transistorizada, o engenheiro Jacques Pasteur retomou o design do kit Ardun desenvolvido por um belga de origem russa e naturalizado americano: Zora Arkus Duntov. Este kit transforma o motor Ford Aquilon com válvulas laterais em um motor de câmara de combustão hemisférica muito mais eficiente e mais moderno.

Um forte ganho de potência e um melhor arrefecimento permitiram que o velho Aquilon passasse dos 60 cavalos originais para os 130 cavalos para o Chambord e até 140 cavalos para o Rallye e o modelo Presidencial! Hoje existem apenas dois Emisul registrados nesta configuração.

Carlos Francisco Walrlich , o atual proprietário, comprou esta joia de automóvel em 2005 que pertencia no passado ao Senhor chamado Edson. Esta carro já havia sido visto pelo, pai de Carlos, o Senhor Carlos Francisco.  O modelo estava com o ex-proprietário desde 1978. Ele, Carlos,  imediatamente começou a restaurar : "Primeiro, o motor foi completamente reconstruído, a carroceria foi refeita e repintada em sua cor original "Goldfinger metallic".  A restauração durou cerca de três anos. Em 2008 ainda estava sem a caixa 3M.

O carro foi colocado em um museu até março de 2019. Carlos disse: "Hoje, estou realmente feliz por ter restaurado e preparado completamente o carro para o Salão Rétromobile 2020 que aconteceu em fevereiro. E depois da grande exposição,  fez uma viagem pela França no Emisul Rallye como parte das atividades do Clube Simca Vedette France acompanhando os modelos de lá. E Carlos realizou o sonho de seu pai! O carro e  proprietário estão no Rio Grande do Sul.

Saiba mais sobre os modelo Simca no Brasil

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O Aston Martin Goldfinger de James Bond retornará à Produção

A montadora britânica retomará a produção do DB5, que será oferecido com uma infinidade de acessórios. O famoso Aston Martin DB5 reapareceu em "Skyfall".

É um dos carros mais icônicos do cinema. Impossível não associar James Bond ao seu carro, o Aston Martin "Goldfinger" DB5. Aparecendo pela primeira vez em Goldfinger em 1964, com Sean Connery no papel do agente 007, ela voltou em outros seis filmes da saga, incluindo os dois últimos, Skyfall (lançado em 2012) e Spectre (2015). Ciente da imagem icônica deste carro, a Aston Martin havia anunciado em 2018 que sua produção seria reiniciada para poucos privilegiados.

Mas enquanto a entrega dos 25 modelos desta edição limitada estava agendada para o ano de 2020, a produção deles será iniciada.  Segundo a Aston Martin, serão necessárias 4.500 horas de trabalho para cada um dos DB5's, que serão montados manualmente na fábrica de Newport Pagnell, no Reino Unido. Além de serem pintados em cinza Silver Birch, como o modelo original visto no filme Goldfinger, os 25 carros terão tratamento especial e reservarão muitas surpresas para seus futuros compradores.

Um "brinquedo" com 3,4 milhões de euros a Aston Martin se uniu à EON Productions, a produtora responsável pelos filmes de James Bond, e Chris Corbould, supervisor de efeitos especiais da saga, para incluir uma infinidade de aparelhos que o famoso agente secreto não teria negado. Placas removíveis (dianteira e traseira), telefone na porta do motorista, sistemas para impulsionar uma nuvem de fumaça ou óleo na traseira ou metralhadoras (falsas) montadas na frente , o fabricante britânico parece não ter esquecido nada na parafernália de acessórios nada convencionais

Certas funcionalidades não podem ser legais em alguns países ... Segundo a Aston Martin, esses veículos não estão autorizados a rodar na via pública. Seus futuros proprietários poderão admirá-los em sua garagem ou em um ambiente privado.

Não é especificado quando eles podem desfrutar do seu futuro "brinquedo". Um brinquedo que tem um custo, já que os 25 DB5 já foram vendidos a 3,4 milhões de euros cada.

Se você estava interessado, é tarde demais, pois todos os modelos já encontraram compradores                                     

Veja um trecho do próximo filme













Saiba mais sobre a linha DB da Aston Martin


Texto, fotos e montagem Francis Castaings. Fotos sem a logomarca do site são do Salão Rétromobile                               

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