Chevrolet Impala: Um Símbolo Americano em quase cinco décadas.
O Chevrolet Impala começou sua carreira em 1958 e terminou em 2020 após nove gerações. Foi um dos maiores sucessos da linha norte americana da General Motors. Com várias versões de acabamentos e carrocerias a concorrência teve que lutar muito contra este carro de grandes dimensões, sempre com mais de cinco metros e motores que agradavam a todos, principalmente os potentes V8. O nome vem do antílope africano Impala

Foram 63 anos de produção, pois a produção dos modelos 58 começou em 1957! O Impala 1958 havia a versão cupê e conversível topo de linha. Da coluna do para-brisa até a traseira, o Impala Bel Air de 1958 diferia estruturalmente dos modelos Chevrolet de preço mais acessível. Os cupês tinham uma capota de lona ligeiramente mais curta e uma traseira mais longa. A distância entre eixos do Impala era maior do que a dos modelos mais baratos, embora o comprimento total fosse o mesmo. Abaixo um modelo 1960

A linha Bel Air, de 1955 a 1959, foram os primeiros Chevrolet, sendo que o auge foi a linha 55,56 e 57 que foram equipados com motores V8. Os mais acessíveis tinham motores com seis cilindros em linha. A redução na altura em relação ao modelo 1957, a GM abandonava o conceito de chassi com longarinas longitudinais paralelas e adotava um novo esquema em “X”, mais rígido.

A suspensão traseira passava a utilizar molas helicoidais no lugar das semi-elípticas, além dos braços longitudinais e barra Panhard, essenciais para esse tipo de mola. Havia molas helicoidais a amortecedores telescópicos na frente e atrás. No Sport Cupê abaixo nota-se o teto mais baixo. Um total de 55.989 conversíveis e 125.480 cupês foram construídos, representando 15 % da produção total da Chevrolet.

Os pneus originais eram na medida 7.50-14, opcional 8.00-14 ou 8.50-14. Com desenho diagonal, bom para retas.

Na década de 30, foi lançada a linha Master que tinha modelos cupê muito bonitos. A década de 40, por conta da Segunda Grande Guerra Mundial, poucas foram as novidades na indústria americana. No final desta década, algumas fabricas apresentaram novidades.

E vendeu milhões de unidades! As versões básicas vinham com o seis cilindros em linha Blue Flame, com 235 Pol³ (3.838 cm³) de cilindrada e potência de 145 cavalos. Os motores V8 tinham 4,6 litros e 5,7 litros. Estes com potências de 250 e 290 cavalos com injeção mecânica. Os que usavam carburador, 250 com um carburador, 280 cavalos com três carburadores e potência de 280 cavalos até 315! Incluindo todas as carrocerias, chegou a um total de 1.144.300,00. O Delray, Biscayne e Bel Air eram os mais vendidos.

Na versão cupê o teto era mais baixo e havia saídas de ar (falsas) no meio do teto. As três lanternas traseiras começaram uma tradição que foi ao longo da década de 60. Nos modelos Bel Air, DelRay e Biscayne não constavam.

Segunda Geração (1959–1960)

O desenho do painel, abaixo podia variar conforme a opção desejada. Mas todos tinham ótima informações para o motorista.

Os interiores apresentavam um volante de dois raios e painéis de porta na mesma cor da carroceria com acabamento em alumínio escovado.

Tinha motores com seis cilindros em linha e uma vasta gama de V8. O mais potente era o V8 com 6.440 cm³ (409 pol³) com quatro carburadores duplos e 410 cavalos. Na lateral frisos mais finos e sobre o capô tinham em sua ponta na dianteira um “foguete”. Já era uma referência a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética.

No grupo GM iam concorrer com os Buick’s, Oldsmobile’s e Pontiac’s. Abaixo um Bel Air 1959. Apesar de toda a potência para toda a linha não havia nem como opcional os freios dianteiros a disco. Todos eram tambores!

As colunas estavam mais finas e vidros largos forneciam ótima visibilidade. O porta malas era imenso e a traseira rabo de peixe era notável. O estilo agradou!

Tinha ainda o teto menor e mais baixo que o do Bel Air. As seis lanternas traseiras iniciavam uma tradição, mas que não constava no modelo 1959. Também serviam para diferenciar o Impala das versões inferiores de acabamento, que tinham apenas quatro lanternas. Os faroletes em forma de amêndoa, ou lágrima, era uma identificação fácil do modelo ano e era para todas as carrocerias da linha Impala

Constou na linha Impala o Chevrolet’s Biscayne abaixo. O Impala tinha grade e para-choques envolventes, que lembravam muito os Cadillacs de anos anteriores, uma herança de Harley Earl, chefe do departamento de desenho, que apelidou o carro como “baby Cadillac”.

Em 1959 seu preço começava a 2.160 dólares a 3.000 dólares americanos. Já estavam disponíveis capota com acionamento elétrico para os conversíveis, ar condicionado, Cruise Control (Controle de velocidade – sistema que mantém automaticamente uma velocidade constante definida pelo motorista, sem a necessidade de manter o pé no acelerador e direção com assistência hidráulica. Ainda: As calotas raiadas estavam disponíveis com um desenho bonito e pneus na medida 155/80 14 com ou sem faixa branca.
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Os carros com volante à direita eram fabricados em Oshawa, Ontário, Canadá, para a Nova Zelândia, Austrália, abaixo, e África do Sul, e montados localmente a partir de kits CKD ou SKD.
” Diferenças Principais:
CKD (Completely Knocked Down): O veículo vem em componentes individuais (peças soltas), exigindo estrutura industrial completa (pintura e solda) no país de destino. Maior nível de nacionalização. Abaixo foto da empresa Holden que era uma subsidiária GM em Brisbane na Austrália.

SKD (Semi Knocked Down): O veículo chega “semipronto”, com grandes conjuntos montados (ex: carroceria pintada, motor/câmbio unidos). Exige investimento menor, pois a montagem é simples.
O painel de instrumentos dos modelos com volante à direita era uma imagem espelhada do painel do Chevrolet de 1959 e era compartilhado com os modelos Pontiac equivalentes com volante à direita. Os modelos australianos eram montados manualmente nas linhas de montagem da GMH Holden, acima.

E havia também uma rara versão Panel Delivery,chamada também de “Sedan Delivery” que foram produzidas apenas 4.209 exemplares em 1959 . Abaixo um modelo 1959 sedã sem colunas com vidros laterais mais “retos”

Abaixo um “compacto” Chevrolet Impala 1960 em estado imaculado! Havia também a carroceria quatro portas, cupê, Station Wagon e a picape El Camino que era concorrente da Ford Ranchero.

Abaixo o modelo com estepe Continental

Havia também a versão com colunas sedã e o modelo duas portas, a conversível duas portas e a Station, Nomad, com quatro portas e a picape El Camino, abaixo.

O mesmo com a caçamba generosa

Abaixo o Nomad Station Wagon com todos os adornos que tinha direito. Um grande bagageiro e adornos na última coluna.

E havia as versões básicas quatro portas. Kingswood, Parkwood, Nomad e Brookwood duas portas. Podia levar de 6 a 8/9 pessoas, pois havia a opção com três bancos inteiriços. A parte superior da porta traseira abria para cima e a inferior para baixo. Ótimo acesso!

Com relação a versão do ano anterior e por vários anos a carroceria sempre ganhava alterações de estilo. Sua velocidade final era de 205 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,0 segundos, pouco seguro para um carro com estas dimensões e suspensão convencional. Abaixo, na Nascar, Lee Petty está no Oldsmobile 1959 modelo 98 Holiday SceniCoupe, nº42, o carro do meio, acima do Ford Thunderbird nº 73. Perto do muro um Chevrolet Impala.

As caixas de marcha Powerglide Automatic tinham 3 velocidades e a manual quatro marchas. Bons de reta, já em curvas… mas tinha fôlego para encara os ovais da Nascar.
Final da Década de 50
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O sucesso da linha Chevrolet fabricada entre 1955 a 1957, foi grande e a General Motors, queria manter as vendas em alta. Em 1956, no Motorama Car Show, uma mostra famosa que acontecia em cidades grandes e de destaque como Nova York, Los Angeles, Miami … foi apresentado o Chevrolet Corvette Impala, um projeto ousado e novo para ser o topo-de-linha que viria suceder os Bel Air. Uma tarefa difícil.

O conceito apresentava um Corvette para quatro pessoas do que a um sedã americano com linhas arrojadas. Estavam mais largos, baixos e grande área envidraçada, esbanjando espaço e luxo. As linhas eram típicas dos estilistas, Harley Earl e também William L. Mitchell

Para todos: Cambio de três marchas manual com alavanca na coluna, a mesma com overdrive/sobremarcha, mecânica quatro marchas no assoalho e para o motor com 5,7 litros, Powerglide, automática com duas marchas para os motores 3,9 litros e Turboglide com três marchas para os motores com 5,7 litros. Bloco e cabeçote em ferro fundido e tração traseira.
Nova carroceria em 1960

Um cupê com rabos de peixe mais planos e a larga faixa lateral que começava com um foguete/avião dando a impressão de velocidade. A área envidraçada continuava ótima e o porta-malas suficiente para grandes famílias.

Para locomover este peso pesado, estava disponível um motor maior, com 348 polegadas cúbicas (5.693 cm³), conhecido como Turbo-Thrust. Tanto os motores com seis cilindros em linha quanto os V8 tinham ótima reputação de robustez.

Desenvolvido para a linha de utilitários da Chevrolet, apresentava 250 cavalos de potência bruta na versão básica e 280 na versão Power Pack, com três carburadores de corpo duplo.

Com muito torque disponível em baixas rotações, era uma combinação perfeita para o câmbio automático Turboglide de duas marchas, oferecido pela primeira vez em 1957 substituindo depois pelo Powerglide.

As bandeiras cruzadas (“X-Flag” ou Crossed Flags)

O emblema combina a bandeira quadriculada (símbolo de vitória e herança em corridas) com a gravata borboleta da Chevrolet. Adornou o Impala em anos específicos para destacar sua potência: Foi utilizada para sinalizar modelos equipados com motores V8 de alto desempenho.
Suas medidas de carroceria eram: 5,36 metros de comprimento, largura de 2,03 metros, entre-eixos 3,02 e peso de 1.850 quilos dependendo do tipo de carroceria.

Como nos anos anteriores e nos seguintes havia o sedã quatro portas com ou sem coluna “B”, a central. Assim como os motores seis cilindros, aqueles com coluna eram preferidos por taxista, correios…

E um premiado em Campos do Jordão em 2015. A grade com formato oblongo era sua principal identificação.
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E seu belo V8
Outro sedã. Neste ano já havia a opções Chevrolet Impala Sport Sedan e cupê

A 1ª geração El Camino (1959-60) é rara hoje e valorizada. Em 1960 a El Camino foi redesenhada por Bill Mitchell não agradou e foi encerrada.

Um de seus concorrente era o Ford Galaxie abaixo na versão Wagon
Terceira Geração (1961–1964)

O Chevrolet Impala SS (Super Sport) de 1961 foi a versão inaugural, muito rara e priorizava o desempenho do icônico modelo, lançado em fevereiro de 1961 como um dos primeiros muscle cars. Ele contava com um pacote SS com custo opcional de US$ 53,80, que incluía suspensão trabalhada, mais firme, freios e a estreia do lendário motor V8 de 409 polegadas cúbicas (6,7 litros).

A carroceria mais moderna para Chevrolet Impala sedã 1961 que tinha motores com seis cilindros em linha e uma vasta gama de V8. O mais potente era o V8 com 6.440 cm³ (409) Pol³ com quatro carburadores duplos e 410 cavalos. Era o modelo SS.

Grande parte dos americanos acompanhava a NASCAR, cada vez mais a popular e emocionante corrida. A maioria queria ver “seu carro” ganhar. E a famosa frase: Vencer no domingo, vender na segunda-feira!
Os grandes carros americanos, com mais de cinco metros, competindo com ferozmente, com velocidades médias bem acima de 200 km/h em enormes circuitos ovais como Daytona conhecida como Tri Oval. Uma super estratégia de marketing, que foi logo utilizada pela Chevrolet: nascia o Impala SS , o primeiro da “saga SS, Super Sport”, viva até os dias até os últimos modelos em 1996. Um modelo SS é facilmente reconhecido por suas bandeiras quadriculadas tanto no capô quanto na lateral. Um dos motores era o V8 283 (4.637 cm³) com 185 ou opcional com 290 cavalos

Nova carroceria para 1961 e uma das mais equilibradas e bonitas. Havia uma versão Biscayne muito especial.

Não tinha frisos cromados, duas portas, com coluna “B”, sem adornos e seu motor V8 350 (5.735 cm³) com 350 e/ou 390 cavalos de potência, freios a disco, quatro marchas com acionamento manual, marca Hurst, 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos e final de 215 km/h…. os americanos gostam de rasgar asfalto em 1/4 de milha, 1.650 metros.

Outro 1961 cupê

Raridade e Produção: Acredita-se que apenas cerca de 142 a 453 exemplares “verdadeiros” do Impala SS de 1961 tenham sido produzidos, com pouquíssimos sobreviventes.

“No caso do SS ano 1961 há um mistério. Após os primeiros produzidos estarem nas concessionárias prontos para venda, 142 foram recolhidos para uma das unidades fabris da General Motors. Por esse motivo, muitas publicações da imprensa da época não consideram esse como o primeiro Impala SS e sim o 1962, inclusive a própria GM.”

Motor e Desempenho: Embora o V8 de 348 polegadas cúbicas (5,7 litros) fosse padrão nos primeiros modelos, o V8 de 409 polegadas cúbicas (6,7 litros) oferecia 360 cavalos a 5800 rpm, atingindo de 0 a 96 km/h em 6,7 segundos.

Design e Características: Apresentava um teto “Bubble Top” (conversível ou cupê de duas portas),acima, acabamento especial e uma barra de apoio do lado do passageiro. O para-brisas garantia ótima visibilidade independente da versão. Nas laterais e no vidro traseiro idem.

E suas três tradicionais lanternas traseiras, que voltaram em 1960 e por anos seria uma identificação da linha Impala. No Biscayne e no Bel Air só haviam duas.
“Baía Biscayne (em inglês: Biscayne Bay) é uma laguna, chamada informalmente de baía, no estado da Flórida”

O Impala SS de 1961 foi projetado para atender clientes que buscavam o estilo de um carro esportivo, oferecendo alto desempenho em uma carroceria mais “compacta” em comparação com os modelos de 1960.

A variedade de cores a acabamento eram grande.Seus motores eram: 6 cilindros em linha tinham 3,8 litros (235 polegadas cúbicas) o famoso “Blue Flame”, com 135 cavalos a 4.000 rpm. Iria equipar nosso Opala em 1969, 70 e 71. O ótimo 3800 que depois seria substituído pelo 4100 abaixo.

O V8 (Small Block, bloco pequeno) com 4,6 litros (283 polegadas cúbicas), com potência variando de 170 a de 230 cavalos. O V8 (Big Block – SS): 5,7 litros (348 polegadas cúbicas) ou o famoso 6,7 litros (409 polegadas cúbicas), que introduziu a versão SS com até 409 cavalos. O cambio manual com três velocidades standard (coluna de direção) ou automática: Powerglide de duas velocidades (opcional).

Chevrolet Impala Cupê com acessórios de época. Tinha entre-eixos: 119 polegadas ( 3.022 mm), comprimento de 209,3 polegadas ( 5.316 mm). Peso: 1.500 a 1.700 quilos variando conforme a carroceria (Sedã, cupê e Conversível).

Medidas: Entre-eixos: 119 polegadas (3.022 mm), comprimento de 209,3 polegadas (5.316 mm). Peso: 1.500 a 1.700 quilos variando conforme a carroceria (Sedã, cupê, Wagon e Conversível).

Seus freios eram a tambor nas quatro rodas (freios hidro vácuo opcionais). Sua suspensão dianteira independente (coil springs) e traseira com molas helicoidais (semi-ellipticas em algumas versões) Seus freios eram a tambor nas quatro rodas (freios hidro vácuo opcionais), mas com pastilhas mais robustas e eficientes.

1962

A carroceria podia ter duas cores como nos modelos anteriores. Este abaixo é um modelo com seis cilindros em linha.

O novo painel com velocímetro retangular graduado até 120 milhas por hora, 193 Km/h para os modelos mais “mansos” . Por dentro: Confortável para seis pessoas. Espaço amplo e interior bonito



A comodidade com a ampla abertura das portas e a visibilidade excelente


O painel abaixo do principal recebia acabamento em alumínio com três mostradores. Marcador de temperatura do radiador, relógio de horas ao centro e capacidade do tanque de gasolina. No SS 409 tinha conta-giros a esquerda graduado a 7.000 rpm com a zona vermelha começando a 6.000 rpm. A caixa Turboglide foi descontinuada por problemas de fiabilidade. Apresentava falhas!

Visto de lado. Nota-se que o para-brisa era o mesmo do Impala 61. As opções de motor para 1962 incluíam o V8 de 5,7 litros, que foi descontinuado e substituído pelos motores de 6,7 litros com 385 cavalos ou 415 cavalos. Esses motores estavam disponíveis apenas com transmissão manual. As calotas raiadas abaixo neste modelo eram opcionais.

O motor V8 283 de bloco pequeno era oferecido com um carburador de corpo duplo. O motor 283 também foi ampliado para 5,4 litros, oferecido em duas versões, uma com 253 cavalos e outra com 304 cavalos, adicionando mais opções de motor para os entusiastas de motores V8 de bloco pequeno. Os Beach Boys produziram um single de sucesso, “409”, fazendo referência ao Chevrolet, que se tornou um hino para esses carros.

O cupê de duas portas não era oferecido para a versão de acabamento Bel Air, o que tornaria o Impala ainda mais popular. Um novo motor ainda mais forte estava disponível, conhecido como Z-11, com 430 cavalos. Apenas 55 unidades foram construídas, todas destinadas aos clientes preferenciais através do sistema COPO (Central Office Production Order, ordem de produção do escritório central). que era muito afamado na época. O Conversível mantinha a classe.

O motor de entrada era um seis cilindros em linha de 230 pol³ (3.768 cm³), até o super potente 409 V8, 6.702 cm³ com dois carburadores Quadrijets marca Carter com 305 cavalos . As diferenças de chassi, pneus, suspensão mais firme e freios, que eram oferecidas só para a linha SS passavam a ser opcionais para todos os modelos.

A coluna “C” estava mais larga para os modelos sedã quatro portas e cupê

Este cupê veio com vários opcionais de fábrica como ar condicionado, radio, estofamento e motor V8. Desde zero km com o mesmo proprietário. Impecável!

Seu belo interior. Observe o velocímetro com graduação em Km/h

O mesmo visto de lado foi de um piloto, que correu na Fórmula V, em exposição em de Juiz de Fora, Minas Gerais

E a Wagon

O Impala apresentava novamente acabamentos internos sofisticados, com bancos adicionais disponíveis nas concessionárias mediante solicitação do cliente. Havia também mais detalhes cromados no exterior, incluindo um painel de alumínio e cromo que se estendia por toda a largura para abrigar as lanternas traseiras triplas. Os modelos Super Sport (SS) apresentavam esse painel em um alumínio especial, que também era usado para preencher os frisos laterais, tornando o SS mais distinto. O Impala também ganhou o design da perua topo de linha, substituindo o Chevrolet Nomad. No entanto, ao contrário dos sedãs, as peruas Impala tinham lanternas traseiras duplas.

1963

Em 1963 a Chevrolet comemorava a marca de 50 Milhões de carros vendidos. E o Impala era um de seus maiores sucessos. Os grupo óptico fazia parte da grade, com um espaço entre os faróis circulares e a luz de seta âmbar estava entre os dois faróis. Acima um Biscayne.

Abaixo um belo conversível. A sigla SS, Super Sport, indicava um Impala com alavanca de câmbio no assoalho como os carros usados na NASCAR (Nascar – National Association for Stock Car Auto Racing – Nascar Cup Series), em vez do banco inteiriço e a alavanca na coluna de direção que eram um padrão na época com um conta-giros montado na mesma coluna, bancos individuais e um console que dividia os bancos dianteiros, um para cada ocupante.
Com bancos inteiriços na frente e atrás iam conforto seis pessoas. Neste ano os motores V8 iam de 135 cavalos até 410. Com o pacote SS e na versão mais potente, foram fabricados cerca de 15.000 unidades.

Com relação ao anterior o quebra ventos estava mais “reto” como um triângulo retângulo.

Este com bancos dianteiros separados e alavanca no console, acionamento automático ou mecânico. Apesar da preferência brasileira por mecânicos, a maioria era equipada com o cambio hidramático (ou Hydra-Matic) ,marca registrada pela GM introduzida em 1939/1940.

Chevrolet Biscayne 1963 Impecável com motor seis cilindros com 230 polegadas cúbicas (3.769 cm³) e 140 cavalos famoso em Juiz de Fora, MG. Em 24 de fevereiro de 2024, o veterano Nelson Geraidine, falecia aos 89 anos.

Em 1963, o cupê de duas portas não era oferecido para a versão de acabamento Bel Air, o que tornaria o Impala ainda mais popular. Um novo motor ainda mais forte estava disponível, conhecido como o código Z-11, com 430 cavalos. Muitos julgam que fosse capaz de gerar perto dos 500 cavalos, sendo declarados “apenas” 430 como forma de enganar as seguradoras, que nunca olham carros esportivos com bons olhos. Um habito de vários fabricantes americanos. Apenas 55 unidades foram construídas, todas destinadas aos clientes fieis através do sistema COPO (Central Office Production Order, ordem de produção do escritório central). Neste anos os principais carros da GM eram o Chevrolet Corvette C1, ou primeira geração, o Corvair, o Chevy II e o Impala.
1964

Em 1964 passava e ter linhas mais retilíneas. E fez sucesso. Em 1964 o Impala estava com um desenho mais simples e elegante, linhas retas como alguns outros americanos concorrentes. Os motores eram os mesmos de 1963, exceto o 427 Pol³, 7.003 cm³) COPO. A sigla SS não era tão mais destacável, um modelo distinto, cada vez menos uma opção de acabamento esportivo, tamanha a exclusividade de seus itens. E também estava na linha o Chevrolet Corvette C2
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O ano foi considerado pelos amantes da marca como o último Impala clássico e colecionável, mas a história mudou com modelos seguintes. Naquele ano surgia o seu primeiro concorrente direto do SS: O Pontiac GTO, considerado por muitos como o primeiro muscle car da história, mas não era. Com dimensões menores o Plymouth Barracuda, derivado do Valiant, merece o título. Ambos da Chrysler.

Um cupê. Neste não havia a coluna B central. No quatro portas sim, com ou sem.

E o conversível. Neste ano, menor que o Impala chegava o Chevrolet Chevelle e o Malibu que era uma versão mais luxuosa que o Chevelle

O Station Wagon


Seu motor e interior


Quarta Geração (1965–1970)

O recorde de vendas deste famoso Chevrolet foi atingido em 1965, ano em que foram vendidas mais de um milhão de unidades. E três milhões todos os modelos da linha Chevrolet incluídos. Número que nenhuma das concorrentes conseguiu repetir no mercado americano por anos. O desenho era novo, deixando de lado as linhas sóbrias para dar lugar ao estilo fastback característico da segunda metade dos anos 60. A exceção do novo Caprice que era lançado neste ano como topo de linha. O Impala pela primeira vez não era o mais sofisticado da linha.

O Caprice, capricho em francês, seria a reposta ao Ford LTD e ao Plymouth Fury. Tanto o cupê quanto o sedã de quatro portas não tinha o teto fastback.

Os motores eram o V8 283 (4.637 cm³) com 185 ou opcional com 290 cavalos. Outro muito apreciado era o V8 348 (5,7 litros) e 315 cavalos. Os carros grandes da linha mediam 5,41 metros de comprimnto, 1,41 de altura, largura de 2,03 metros e entre-eixos de 3,02 metros. O peso era entre 1.569 a 1.789 para a Wagon. Estes com motores com seis cilindros em linha.

As tradicionais lanternas traseiras.

A transmissão Turbo Hydramatic passava a ser oferecida e o chassi voltava a ser do tipo perimetral, como em 1957. Mas era o último ano do Impala como topo de linha da Chevrolet, pois, assim como acontecera com o Bel Air, ele seria colocado em um patamar inferior no ano seguinte.
Chevrolet Impala 1965 Station Wagon

Outro

Um Chevrolet Impala cupê 1965 com motor V8 283.

Este motor V8 foi aplicado a primeira vez 1957 desenvolvendo 185, 220, 245 e 270 conforme o número de carburadores e até o emprego de injeção mecânica.

Chevrolet Impala 1965 em trajes civis com três colunas

Por dentro muito conforto e um ótimo padrão de acabamento .

1966

Começava em 1966 a longa decadência do Impala. Não tinha mais o prestígio de um topo de linha e a versão “SS” dava mais prioridade para a estética que à potência propriamente dita. A principal diferença em relação ao 1965, no que se refere a carroceria, a distância entre a grade e o capô eram menor. Mesmo assim muito parecidos

As lanternas traseiras passavam a ser retangulares e o estilo era mais imponente que no ano interior, mas sem muito destaque. Continuava a ser um belo carro.

Um Chevrolet Impala Cupê SS 454 Pol³ 1966

A linha Ford Galaxie 500 fazia a concorrência

1967
Nova mudança de carroceria. Estava com mais volume em 1967

O cupê
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Outro. Abaixo um Impala 1968 com motor 427 (6.997 cm³) e 385 cavalos.Havia também uma opção mais potente com 425 cavalos!

Sendo entregue na exposição o Impala Fastback

Um exemplar da Europa

Abaixo em Juiz de Fora, Minas Gerais

Um 1970

Abaixo um Chevrolet Impala 1970 Custom numa rara configuração cupê existente aqui no Brasil. Seu motor V8 454 (7.439 cm³) podia desenvolver no pacote padrão 360 cavalos e como opcional 450! Cobria 1/4 de milha em 13,9 segundos chegando à 165 km/h. Ótima arrancada!

Chevrolet Bel Air 1970 com motor V8 350 (5.735 cm³) com 250 cavalos de potência. Tinha a mesma carroceria do Chevrolet Impala, Biscayne e Caprice.

Um sedã sem a coluna central

Os para-choques estavam mais parrudos e o modelo mais pesado
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Quinta Geração (1971–1976)

Chevrolet Impala. Da mesma família do Chevrolet Caprice 1971

Chevrolet Kings Wood Estate. Baseado no modelo Caprice , esta é a geração de 1969-1972. Tinha motores V8 com 350 polegadas cúbicas, (5,7 litros), 400 com 6,6 litros e 454 com 7,4 litros.

Sexta Geração (1977–1985)
Abaixo um Caprice que tinha a mesma carroceria

Um Chevrolet Caprice da quarta geração fabricado entre 1991 e 1996 com carroceria bem semelhante ao Impala
