BH Classic Auto Fest, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2026

BH Classic Auto Fest, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2026

Aconteceu, em 15 e 16 de agosto de 2026, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no centro da capital de Minas Gerais, um grande e excelente encontro de carros antigos, cerca de 400 no total. É maior encontro de carros antigos na capital mineira. Esta foi a quarta edição. A entrada é gratuita. Na foto de abertura, o carro verde é um Plymouth 1937. Plymouth era uma das marcas pertencentes a Chrysler e faria 100 anos em 2028.

O próximo BH Classic Auto Fest será em 14 e 15 de agosto de 2027.

Marcas distintas americanas, alemãs, inglesas, italianas e um bom número de brasileiros de várias décadas. Originais, Hot’s, picapes, ônibus, caminhões e uma ótima feira com peças, antiguidades , miniaturas e afins. Nosso parque é lindo a acomodou muito bem as preciosidades. Está sendo ótimo! A visitação vai das 9:00 às 17:00 horas. Visitantes que entendiam ou não de carros adoraram.

Da capital, do interior, outros estados e até estrangeiros. De todas as idades. Nosso parque é lindo! Especial ! Parabéns aos organizadores do evento.


Logo após a entrada descendo a esquerda vários Volkswagen e derivados

Dois veículos da marca Emis. Emis Art: Lançado em 1984, as primeiras 13 unidades do Art foram produzidas pela Orto Design Indústria e Comércio de Veículos, empresa fundada pelo próprio Alfredo Veiga, dentista. O mini carro foi projetado por Alfredo que construiu apenas 13 unidades em sua empresa até que em 1985 repassou para a Emis os direitos de fabricação que produzia conversões do Fusca em picape e furgão, genericamente chamados de Fusck up e Furgovan. Percebendo que não contava com estrutura fabril para a produção do carro, cedeu os direitos e moldes de produção para a também carioca EMIS, tradicional fabricante de bugues nomeada a partir das iniciais de seu fundador, Eduardo Miranda Santos. Dessa forma, a partir de 1986 a EMIS assumiu a produção do modelo. O Bugue da mesma marca

Duas réplicas da Morris Garage Leia sobre o MP Lafer

O Karmann-Ghia e a Brasília

O Karmann-Ghia TC

As réplicas do Alfa Romeo P3 1931 e do Lotus Seven

O primeiro utilitário da marca alemã foi o Volkswagen kombi


Em frente ao belo Teatro Francisco Nunes

As picapes do Brasil. A picape Ford V8 e o Chevrolet Brasil

E a linha pós guerra da picape Chevrolet Advanced Designer


Vendas

Vários carros originais ou não estavam a venda. Da esquerda para a direita um Plymouth Volare 1976, um BMW série 5 E39 e um Corcel GT Acima um raro Peugeot 306 conversível


A fábrica Mercedes-Benz, Daimler-Benz, está fazendo 100 anos em 2026. Abaixo um modelo 280 série S Conheça este exemplar

Outros da marca da estrela. Um 6,9 450 SEL, um W124 e um CLS V8 kompressor . Em 28 de junho de 1926, Daimler-Motoren-Gesellschaft, Mercedes e Benz & Cie. fundem-se e foi criada a “Mercedes-Benz AG”


Ainda na Europa

Um Alfa Romeo 164 – Com a abertura das importações, em 1990, a Fiat começou a importar o modelo 164. Desenhado pelo estúdio Pininfarina, foi uma das atrações do Salão de Frankfurt de 1987. Era baseado na plataforma conhecida como Tipo 4, compartilhada com os patrícios Fiat Croma, Lancia Thema e com o notável Saab 9000.

Foi o primeiro Alfa Romeo de grande porte dotado de tração dianteira, uma quase heresia para os alfisti mais conservadores. Seus 4,55 metros de comprimento e 2,66 metros entre os eixos não escondiam sua vocação executiva: o 164 veio para enfrentar os melhores sedãs europeus, como Ford Scorpio, Opel Omega, BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E. O baixo coeficiente aerodinâmico de 0,30 permitia que alcançasse os 200 km/h, independentemente da motorização.
O monobloco do 164 trouxe outra inovação à casa: foi desenvolvido com o auxílio de computadores, o que ajudou a obter peso comedido e excelente rigidez torcional, característica essencial para o bom trabalho das suspensões independentes nas quatro rodas. A frenagem era comandada por quatro discos de freio, gerenciados pelo sistema antitravamento ABS. A versão de entrada vinha com o motor Twin Spark de quatro cilindros, dois-litros, duas velas por cilindro e oito válvulas com comando variável na admissão. Seus 148 cv levavam o sedã de 1.200 kg a 215 km/h, indo de 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos. Era o preferido de muitos por ser um motor mais leve, colaborando com a distribuição de peso entre os eixos. Havia também um quatro cilindros sobrealimentado por turbocompressor, similar ao motor utilizado no Brasil pelos Fiat Tempra Turbo/Stile. Entregava 175 cavalos e torque de 27 mkgf, fazendo com que a máxima subisse para 225 km/h. O turbo também estava na versão com motor diesel 2,5 litros e 116 cavalos.

Um Alfa Romeo Spider Duetto

Um BMW 318i Touring. No passado a versão perua recebia a denominação Touring. Saiba mais

Outro da mesma safra

Um Peugeot 205 que foi grande sucesso nas pista e ruas

E o Renault Twingo(aglutinação das palavras twist, swing e tango) personalizado com bom gosto. Foi lançado em 1993 e foi um sucesso


Os pôneis dos Estados Unidos leia-se Dearborn

Um sucesso desde o lançamento. Abaixo na ordem, o Ghia, o Fox e um deste século. Conheça todos

E um Ford Maverick GT nacional


Os Nacionais

Os Chevrolet Chevette da primeira geração

Um raro, muito interessante e bem conservado Chevrolet Monza S/R


Belos exemplares das Gerais

E a versão SW. O Fiat Tempra foi um sucesso

A “famiglia” 147

Uma revolução no mercado dos pequenos


Um Ford Corcel cupê

Um Ford Corcel quatro portas

E a família II

O Ford Escort foi um sucesso da empresa


Os Volkswagen arrefecidos a água

O Passat fez bela carreira

E a linha Gol

O Voyage foi um dos sucessos Conheça a linha


Estrangeiros sempre bem vindos

Um Mercedes-Benz classe R/S107 e um Chevrolet da linha Master/Chevrolet Fleetline

O começo do sucesso da linha Chevrolet Bel Air

Antes veio a linha Deluxe

Um Chevrolet Camaro

O Chevrolet Chevelle era menor que o Impala

O Chevrolet Caprice, Byscaine… faziam parte da linha Impala

O Chevrolet Corvette Stingray foi terceira geração ou C3. Conheça a primeira e a segunda

Um Pontiac Parisienne que foi sucedido pela linha Catalina Infelizmente as marcas Pontiac, Buick e Olsmobile foram descontinuadas pela General Motors

Um interessante Kaiser Cardinal. A empresa que se instalou na Argentina produziu o Carabela

Um Ford Modelo A

Um Ford Falcon Futura


Da bela Europa

Um Willys Renault Dauphine

E um DKW Belcar


Um desenhista que é um grande artista

E suas obras


Os carros de João Augusto do Amaral Gurgel

Muito interessantes Leia sobre o Xavante, o Carajás e o Super Mini

E o Xef


Os carros de Fibra

Uma réplica do Porsche 550

O gaúcho Miura

E o felino mais famoso dos trópicos

O Puma nos representou muito bem no exterior


Para garantir a lei dentro e fora do parque

Que bom que nosso patrimônio está sendo preservado. No centro um Land Rover

Com ajuda dela é claro!


Tudo que você não precisa, mas gostaria de ter!

São necessários? Sim!

E as belas miniaturas idem

Bob pai, esposa e seus produtos

Rogério Leite e seus cenários

Ireton e seus 1/43, variedades


O Parque Municipal

Para os visitantes, o Parque oferece áreas gramadas para descanso, bosques, trilhas ecológicas, lagoas, cascatas, alamedas com pista de caminhada – convidativas também para passeios de bicicleta, equipamentos esportivos como quadra poliesportiva, quadra de tênis e rinque de patinação, além de brinquedos diversos.

Inaugurado no dia 26 de setembro de 1897, antes mesmo da nova capital mineira, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte. Projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais, possui grande importância devido as suas riquezas biológica, arquitetônica, cultural e social, de importante tradição histórica.

Com área de 182 mil metros quadrados, o parque localiza-se no Hipercentro, região mais adensada da cidade e desempenha relevante papel no equilíbrio entre o processo de urbanização e preservação do meio ambiente.


O Comando é bravo, mas a turma simpática e amistosa

Um Chevrolet Deluxe que ficou em cena até a entrada do Bel Air que só contou com o motor V8 após 1955. O motor era um 216 Pol³, 3,5 litros, chamado Stovebolt com seis cilindros em linha e 90 cavalos e era alimentado por um carburador de corpo simples. Tinha caixa manual com três velocidades.

O famoso Bel Air 1957

Um Chevrolet Impala 1965

Outro. Conheça os modelos e anos de fabricação

Este é um Buick Special Skylark fabricado entre 1961 e 1963. Havia a disposição dois motores sendo um 198 polegadas cúbicas (3,2 litros) com seis cilindros em “V” e outro 215 (3,5 litros) com cilindros em “V”.

Chevrolet Kings Wood Estate. Baseado no modelo Caprice , esta é a geração de 1969-1972. Tinha motores V8 com 350 polegadas cúbicas, (5,7 litros), 400 com 6,6 litros e 454 com 7,4 litros.

Um Oldsmobile Cutlass Supreme 1973


Picapes e afins

Um GMC da mesma safra do Chevrolet Task Force, picape Chevrolet 3100

Uma rara cabine dupla Alvorada . Conheça a linha

Os exemplares nacionais. Conheça a linha C

O Jeep

Dupla Willys nacional . Conheça a linha Rural Jeep

As picapes Ford

Conheça a linhagem


O Chevrolet preferido do Brasil

Os primeiros modelos com quatro portas, Standard e Luxo, motor 2500 e 3800

Em 1975 chegava a perua Caravan e todos os modelos com nova frente e traseira. Abaixo o SS cupê

Sua evolução já na década de 80

Motores quatro cilindros 151-S especiais Conheça a linha Opala


Volkswagen

Os Volkswagen sedã, os Fuscas, carinhosamente chamado pelos brasileiros são presença importante em qualquer encontro de carros antigos

Os famosos das telas

O Fusca foi fabricado aqui com motores 1.100 (Alemanha) , 1.200, 1.300, 1.500 e 1.600 cm³.

É de longe o motor mais utilizado no planeta. Em carros, barcos, ultra-leve, motocicletas, triciclos, etc. Foi lançado aqui no Brasil em 1959, fabricado em São Bernardo do Campo, São Paulo. Mas os primeiros, de origem alemã desembarcaram no porto de Santos, São Paulo em 1950. E caiu no gosto brasileiro!

Conheça o Fusca


“O que é escrito sem esforço é lido sem prazer”


Texto, fotos e montagem Francis Castaings. Representante/embaixador no Brasil do Club Vincennes en Anciennes

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